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Atendimento Urgente: a confiança de estar em mãos Lusíadas

Higienização reforçada, circuitos novos para separar doentes com sintomas suspeitos de COVID-19 dos restantes e equipamentos de proteção individual. Os protocolos de segurança do Atendimento Urgente das Unidades Lusíadas já eram exigentes antes da pandemia. E agora foram reforçados. Para segurança de todos.

Na Lusíadas Saúde, a preocupação com a segurança conferida a profissionais e clientes já era elevada antes da pandemia de COVID-19, mas agora ainda é maior. Pedro Silva, coordenador do Atendimento Urgente do Hospital Lusíadas Albufeira, é o primeiro a dizê-lo sem hesitação: sente-se mais seguro no Hospital do que a andar nas ruas. “Nós que lidamos com a COVID-19 estamos muito mais seguros na nossa Unidade do que na rua. Ali sabemos que estamos protegidos, damos proteção a quem está connosco. Quando estamos na rua, não sabemos. As pessoas podem não tomar as medidas necessárias, não têm o distanciamento necessário e nós [no Hospital] temos”, afirma. O especialista diz ainda ser necessário alguma relativização em relação à COVID-19: “Sim, é um vírus extremamente contagioso. É um vírus potencialmente grave e fatal, mas todos os dias lidamos com questões que são extremamente mais perigosas e mais letais. Um enfarte é extremamente mais malicioso e com uma maior morbimortalidade do que a COVID-19 e as pessoas muitas vezes não recorrem [às Unidades de saúde quando sentem] uma dor torácica, quando o deveriam fazer”. Assim, se sentir um sintoma que o deve levar até ao médico — a qualquer um, seja no setor privado ou público —, não deverá hesitar. Pedro Silva explica-lhe os cuidados que estão a ser mantidos na sua Unidade e lembra um facto importante para quem não se sente seguro a deslocar às unidades por receio de contágio: a maior parte dos casos positivos de COVID-19 estão a ser seguidos em casa e não nas Unidades de saúde.

Quais as diferenças no Atendimento Urgente em relação ao período antes da COVID-19?

Além da obrigatoriedade de uso da máscara e medição da temperatura corporal, há uma pré-triagem aos doentes. Fazemos um breve questionário – se a pessoa tem febre, dispneia (falta de ar) ou tosse. Se existir alguns destes sintomas, tomamos logo precauções para indicar a pessoa para o local certo, ou seja, para a sala preparada de isolamento COVD-19. As pessoas aí ficam separadas da população geral. Esta pré-triagem é também feita a todos os médicos e a todos os colaboradores. Não existe ninguém que não responda a este questionário e se tiver algum tipo de sintoma é analisado, é estudado e, se for necessário a pessoa ser dispensada naquele dia para proteção, é dispensada. Não existem riscos assumidos. O risco assumido é o risco zero. Todos os profissionais usam também agora equipamentos de proteção individual para reforçar a sua segurança e a de quem nos procura. Ao nível do espaço de espera, garantimos um maior afastamento, distribuição das pessoas, segundo as normas da Direção-Geral da Saúde (DGS), para que qualquer tipo de risco ao nível de contágio seja reduzido ao mínimo. Ele existe sempre, mas que seja reduzido ao mínimo.

Colocam limites ao número de pessoas que estão no Atendimento Urgente ao mesmo tempo?

Não tem sido necessário [até agora], mas se o for, existirão limites. Temos essa preocupação com a chegada do período do verão [que traz um acréscimo de pessoas ao Hospital Lusíadas Albufeira]. Quando estiverem mais pessoas além do limite que permite o distanciamento e a proteção pessoal e interpessoal de todos (colaboradores e clientes), aí serão implementadas outras medidas.

Além das alterações que as pessoas veem no Atendimento Urgente, que medidas mais invisíveis estão a ser aplicadas?

Há um trabalho invisível [que fazemos] e que faz parte das medidas adotadas por todo o grupo Lusíadas, em termos de higiene e de desinfeção. Todos os locais em que o cliente esteve — estando ou não com sintomas de COVID-19 ou havendo alguma suspeita — são alvo de limpeza e desinfeção. Estamos segundo as normas da DGS e as nossas próprias normas Lusíadas que foram pensadas — mais do que isso aplicadas — para minorar todo o tipo de contágio, todo o tipo de risco em relação a todos os que lá atendem e que lá estão. Toda a equipa sabe as medidas a adotar e estas estão bem estudadas para que possamos oferecer a melhor segurança ao cliente. Nós somos auditados de forma anónima e aleatória [para verificação] em termos de equipamentos, procedimentos e de pessoal. Isto confere uma segurança e uma responsabilidade a quem trabalha. Nós não facilitamos [neste domínio]. Se já não facilitávamos antes, agora muito menos.

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