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​​​​​​​​​De acordo com Cláudia Febra, Coordenadora do Serviço Médico do Rock in Rio: "Durante todo o evento, os profissionais que se encontravam no local intervieram em cerca de 700 casos, sendo que 21 destes acabaram por ser encaminhados para o hospital".

Cláudia Febra fala de um balanço "muito positivo" dos cinco dias do evento, revelando que "a grande maioria dos casos que precisaram de intervenção médica foram facilmente resolvidos e não houve registo de nenhum caso que tivesse um desfecho negativo, o que fez com que o festival corresse muito bem".

O grupo Lusíadas Saúde disponibilizou, na Cidade do Rock, um Centro Médico e um Posto de Saúde com meios tecnológicos avançados e uma equipa especializada com mais de 50 profissionais de saúde todos os dias para prestar assistência médica aos festivaleiros. Para além destes espaços físicos, os participantes do festival contaram com uma dezena de equipas móveis de médicos e enfermeiros por todo o recinto.

Todo o serviço médico foi assegurado por profissionais dos Hospitais e Clínicas Lusíadas.