Consulta do Viajante

Área vocacionada para a prevenção e tratamento de problemas de saúde em pessoas que se preparam para viajar para destinos exóticos ou que regressaram doentes desses destinos.

 

​​Sempre que pretender viajar para fora da Europa deve dirigir-se a uma consulta de saúde do viajante. Se viaja com a família, designadamente com crianças e idosos, tenha em atenção os cuidados especiais de que necessitam.​

Dr. Filipe Basto

Diretor Clínico do Hospital Lusíadas Porto

Principais áreas de interesse:

Medicina do Viajante, Medicina Tropical. Geriatria, Fibrilação auricular, Anemias, Hipertensão. Colesterol, Triglicerídeos e Excesso de Peso. Deficiências em vitaminas, hormonas e envelhecimento. Doenças do fígado. Ansiedade

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Dra. Maria Antonieta Dias

Principais áreas de interesse:

Medicina do Viajante, Medicina Geral e Familiar, Medicina Desportiva, Medicina Legal

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  • ​​Aconselhar as medidas preventivas a adotar antes, durante e depois da viagem. Estas medidas incluem a vacinação, medicação preventiva da malária, informação sobre higiene individual, cuidados a ter com a água e os alimentos que se ingerem, e outros aspectos para que deve estar alerta quando viaja. Também lhe podem ser fornecidas informações sobre a assistência médica e segurança no país de destino e aconselhamento sobre a farmácia que o viajante deve levar consigo;

  • Avaliar as condições de saúde do viajante antes da viagem, nomeadamente grávidas, crianças, idosos, indivíduos com doenças crónicas sob medicação, entre outros;

  • Prestar assistência médica após o regresso, diagnosticar problemas de saúde possivelmente contraídos durante a viagem, e para efetuar o controlo periódico de indivíduos que passam temporadas prolongadas em países ou regiões onde o risco de contrair doenças é elevado;

  • Administrar vacinas, incluindo a da febre amarela, e passar o respetivo certificado internacional.  

​O Regulamento Sanitário Internacional em vigor estipula que a única vacina que poderá ser exigida aos viajantes na travessia das fronteiras é a vacina contra a febre-amarela.

No entanto, alguns países não autorizam a entrada no seu território sem o comprovativo de vacinação contra outras doenças. É o que acontece com a vacina contra a Meningite Meningocócica, imposta pela Arábia Saudita e exigida a todos os que passem a fronteira entre o Sudão e o Egito, e com a vacina contra a febre tifóide, igualmente obrigatória na passagem de fronteira entre estes dois países africanos.

A vacinação contra a cólera também é exigida em determinados países.

Benim, Burkina Faso, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiana Francesa, Libéria, Mali, Mauritânia, Niger, Ruanda, República Centro Africana, República Democrática do Congo, República de Angola, São Tomé e Príncipe e Togo.

Esta vacina não é recomendada para crianças com idade inferior a 9 meses. Pode provocar efeitos secundários, como dor no local da injeção, febre, dores musculares e dores de cabeça, durante 2 ou 3 dias após a sua administração. Está também contra-indicada para pessoas alérgicas às proteínas do ovo e para imunodeprimidos. Tem a validade de dez anos.

​Depende do destino para onde pretende viajar. É precisamente para o aconselhar e informar que existem as consultas de saúde do viajante. As vacinas mais indicadas, em função do destino, são as que protegem contra as seguintes doenças: cólera, difteria, encefalite japonesa, hepatite A, hepatite B, gripe, poliomielite, raiva, tétano, e febre tifóide.

Consulte aqui a informação detalhada sobre os exames desta expecialidade.
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