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Área Clínica Integrada

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Cancro da Mama Uma abordagem especializada, interdisciplinar e orientada para cada fase da doença

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No Lusíadas Oncology Total Care, o cancro da mama é acompanhado por uma equipa interdisciplinar experiente, que integra diagnóstico, decisão terapêutica, cirurgia mamária, oncologia médica, radioterapia, reabilitação e seguimento.

A abordagem combina rigor clínico, planeamento individualizado e tratamento personalizado, ajustando cada decisão ao estádio da doença, características biológicas do tumor, risco de recidiva, fase do percurso e necessidades de cada pessoa.

A cirurgia mamária tem um papel central em muitos percursos de tratamento. Por isso, valorizamos uma abordagem que combine segurança oncológica, planeamento individualizado, técnicas oncoplásticas e, quando indicado, reconstrução mamária, procurando preservar ou restaurar a forma corporal, a funcionalidade, a imagem corporal e a qualidade de vida.

O que tratamos

Acompanhamos diferentes fases e contextos clínicos do cancro da mama, desde o diagnóstico inicial até à doença avançada, incluindo situações hereditárias, mulher jovem, maior complexidade clínica, reavaliação terapêutica e segunda opinião.

Title
Cancro da mama precoce
Summary

Situações em que a doença está localizada na mama e/ou nos gânglios regionais, exigindo integração entre diagnóstico, cirurgia, radioterapia e tratamento sistémico quando indicado.

Title
Cancro da mama localmente avançado
Summary

Situações em que a extensão local ou ganglionar exige planeamento interdisciplinar e definição cuidadosa da sequência terapêutica.

Title
Cancro da mama avançado ou metastizado
Summary

Situações em que o objetivo é controlar a doença, aliviar sintomas, preservar autonomia e adaptar os tratamentos à biologia tumoral e à situação clínica.

Title
Cancro da mama hereditário ou com suspeita genética
Summary

Inclui situações com história familiar relevante, diagnóstico em idade jovem, bilateralidade ou características que possam justificar avaliação genética.

Title
Cancro da mama na mulher jovem
Summary

Situações em que, além da decisão oncológica, podem ser relevantes fertilidade, gravidez futura, menopausa induzida, sexualidade, imagem corporal, vida familiar e impacto profissional.

Title
Situações de maior complexidade clínica
Summary

Inclui casos com doença multifocal ou multicêntrica, decisões cirúrgicas complexas, discordância entre exames, comorbilidades relevantes ou necessidade de integração de várias especialidades.

Title
Reavaliação terapêutica e segunda opinião
Summary

Permite rever diagnóstico, estadiamento, biomarcadores, opções cirúrgicas, necessidade de tratamentos sistémicos ou estratégia em doença avançada.

Área Clínica Integrada

O que diferencia a nossa abordagem

Área de mama experiente e integrada
Equipa interdisciplinar com diferenciação específica em cancro da mama, articulando diagnóstico, decisão terapêutica, cirurgia, tratamento sistémico, radioterapia, reabilitação e seguimento.

Diagnóstico, biomarcadores e testes genómicos
Avaliação integrada por imagiologia mamária, anatomia patológica, biomarcadores e testes genómicos quando indicados.

Cirurgia mamária diferenciada
Planeamento cirúrgico individualizado, com técnicas oncoplásticas e reconstrução mamária quando indicadas.

Reabilitação precoce e recuperação funcional
Apoio funcional, físico, nutricional e psicológico, de acordo com as necessidades da pessoa.

Reuniões interdisciplinares dedicadas
Discussão integrada entre imagiologia, anatomia patológica, cirurgia mamária, oncologia médica, radioncologia e restantes áreas envolvidas.

Oncologia médica e tratamentos personalizados
Integração de quimioterapia, hormonoterapia, terapêuticas anti-HER2, imunoterapia, terapêuticas alvo e estratégias ajustadas ao subtipo tumoral, estádio, risco de recidiva e fase da doença.

Radioterapia personalizada
Técnicas avançadas de planeamento e tratamento, adaptadas à situação clínica e integradas na estratégia interdisciplinar.

Imagem corporal, sexualidade e sobrevivência
Atenção a linfedema, fadiga, menopausa induzida, saúde óssea, sexualidade, autoestima e reintegração na vida quotidiana.

Diagnóstico e modalidades de tratamento

Diagnóstico e caracterização da doença

No cancro da mama, uma decisão terapêutica de qualidade depende de uma caracterização rigorosa da doença.

O percurso diagnóstico pode incluir mamografia, tomossíntese, ecografia mamária, ressonância magnética mamária, biópsia, avaliação anatomopatológica, biomarcadores e exames de estadiamento, de acordo com cada situação.

A análise do tumor inclui biomarcadores essenciais para a decisão, como recetores hormonais, HER2, Ki67 e outros marcadores relevantes quando indicados.

Em situações selecionadas, podem ser considerados testes de expressão génica para apoiar decisões sobre quimioterapia adjuvante, avaliação genética em contexto de suspeita hereditária ou painéis moleculares em doença avançada.

A informação obtida nesta fase é também determinante para o planeamento cirúrgico: dimensão e localização do tumor, relação com a mama, multifocalidade ou multicentricidade, avaliação axilar e eventual necessidade de tratamento antes da cirurgia.

Decisão interdisciplinar

Os casos são discutidos em reuniões interdisciplinares dedicadas ao cancro da mama, reunindo especialistas envolvidos no diagnóstico, decisão terapêutica, cirurgia, radioterapia, tratamento sistémico, reabilitação e seguimento.

A decisão integra informação clínica, imagiológica, anatomopatológica e molecular, permitindo definir uma estratégia ajustada ao subtipo tumoral, estádio, risco de recidiva, objetivos terapêuticos e preferências da pessoa.

  • Oncologia Médica
  • Cirurgia mamária
  • Radioncologia
  • Imagiologia Mamária
  • Anatomia Patológica
  • Medicina Nuclear
  • Patient Navigation

Sempre que indicado, podem participar outras áreas, como Genética Médica, Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, Medicina Física e de Reabilitação, Nutrição ou Cuidados Paliativos.

Tratamento personalizado

O tratamento do cancro da mama é definido de forma individualizada.

Pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonoterapia, terapêuticas anti-HER2, imunoterapia, terapêuticas alvo ou cuidados de suporte, isolados ou combinados.

A escolha depende do subtipo biológico, estádio, idade, estado geral, outras doenças, risco de recidiva, tratamentos prévios, objetivos terapêuticos e impacto esperado na qualidade de vida.

Sempre que a cirurgia é indicada, o plano considera a extensão da doença, as características da mama, a necessidade de tratamentos complementares e as expectativas da pessoa relativamente ao resultado funcional e estético.

Cirurgia mamária, cirurgia oncoplástica e reconstrução

A cirurgia é uma componente essencial do tratamento de muitos casos de cancro da mama. No Lusíadas Oncology Total Care, esta área é assegurada por cirurgiões mamários experientes, dedicados à patologia mamária e integrados na decisão interdisciplinar.

A cirurgia pode incluir cirurgia conservadora, mastectomia, avaliação do gânglio sentinela, linfadenectomia axilar quando indicada e procedimentos reconstrutivos.

A equipa cirúrgica procura remover a doença com segurança oncológica, preservar ou restaurar a forma e simetria da mama sempre que possível e reduzir o impacto físico, funcional e emocional da cirurgia.

Sempre que adequado, são utilizadas técnicas de cirurgia oncoplástica, combinando princípios da cirurgia oncológica e da cirurgia plástica para remover o tumor com margens adequadas e remodelar a mama.

Quando é necessária mastectomia, podem ser avaliadas opções de reconstrução mamária imediata ou diferida, com implantes, expansores, tecidos próprios ou abordagens combinadas, de acordo com a situação clínica, necessidade de radioterapia, preferência da pessoa e avaliação da equipa.

A pesquisa de gânglio sentinela, quando indicada, permite reduzir o risco de complicações como linfedema, dor, limitação funcional ou alterações sensitivas.

Radioterapia

A radioterapia pode ser utilizada após cirurgia conservadora, após mastectomia em situações de maior risco, em alguns contextos antes da cirurgia ou no controlo de sintomas em doença avançada.

A indicação, volume de tratamento e sequência são definidos em articulação com cirurgia, oncologia médica e restantes áreas da equipa interdisciplinar.

São utilizadas técnicas avançadas de planeamento e tratamento, permitindo uma radioterapia mais precisa, adaptada à situação clínica e orientada para maximizar o benefício terapêutico e reduzir toxicidade.

Oncologia médica e tratamentos sistémicos

Os tratamentos sistémicos podem incluir quimioterapia, hormonoterapia, terapêuticas anti-HER2, imunoterapia ou terapêuticas alvo.

Podem ser utilizados antes da cirurgia, após a cirurgia ou em contexto de doença avançada, de acordo com o subtipo tumoral, estádio, risco de recidiva, biomarcadores e tratamentos previamente realizados.

Em alguns casos, o tratamento sistémico antes da cirurgia pode reduzir a dimensão da doença, aumentar a possibilidade de cirurgia conservadora e adaptar a estratégia cirúrgica e terapêutica à resposta obtida.

Na doença avançada, a escolha dos tratamentos é revista ao longo do tempo, integrando resposta, tolerância, biomarcadores, tratamentos prévios e objetivos da pessoa.

Programas adaptados a cada fase

O acompanhamento é ajustado à fase clínica, aos tratamentos previstos e ao impacto físico, emocional, familiar e social da doença.

Diagnóstico e pré-tratamento

Nesta fase, o objetivo é confirmar o diagnóstico, caracterizar a doença, avaliar a extensão, definir a estratégia terapêutica e preparar o início do tratamento.

Podem ser identificadas precocemente necessidades de apoio psicológico, nutricional, reabilitação, preservação da fertilidade ou avaliação genética, quando indicado.

Quando a cirurgia faz parte do plano, esta fase inclui avaliação por cirurgia mamária dedicada e, se necessário, cirurgia plástica ou reconstrutiva. O objetivo é discutir opções como cirurgia conservadora, mastectomia, cirurgia oncoplástica, reconstrução imediata ou diferida, abordagem axilar e impacto esperado na recuperação e imagem corporal.

Tratamento com intenção curativa

Durante a cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonoterapia ou terapêuticas dirigidas, a equipa acompanha a execução do plano, resposta ao tratamento, efeitos secundários e recuperação física e emocional.

A reabilitação, fisioterapia, fisiologia do exercício, nutrição, psicologia e medicina dentária podem ser integradas de acordo com as necessidades da pessoa.

Após cirurgia, o acompanhamento pode incluir recuperação funcional do ombro e membro superior, prevenção e tratamento de linfedema, gestão de cicatrizes, dor, fadiga, alterações da imagem corporal e adaptação à reconstrução.

Doença avançada ou metastizada

Na doença avançada, o objetivo é controlar a doença sempre que possível, aliviar sintomas, preservar autonomia e manter a melhor qualidade de vida.

O acompanhamento pode incluir terapêuticas sistémicas, monitorização regular, controlo de sintomas, reabilitação funcional, apoio nutricional, apoio psicológico e cuidados paliativos integrados precocemente quando adequado.

Em situações selecionadas, podem ser consideradas intervenções locais, incluindo cirurgia ou radioterapia, para controlo de sintomas, prevenção de complicações ou melhoria da qualidade de vida.

Terapêuticas de longo prazo

Algumas pessoas mantêm tratamentos durante meses ou anos, para reduzir o risco de recidiva ou controlar a doença avançada.

Nesta fase, a equipa acompanha eficácia, efeitos secundários acumulados, adesão terapêutica, impacto na vida diária, saúde óssea, saúde cardiovascular, metabolismo, fadiga e necessidades emocionais ou sociais.

Em pessoas submetidas a cirurgia oncoplástica ou reconstrução, o seguimento pode incluir avaliação da recuperação funcional, resultado estético, adaptação corporal, eventuais complicações tardias e necessidade de procedimentos complementares.

Qualidade de vida, recuperação e continuidade

No cancro da mama, a qualidade do tratamento depende também da forma como se acompanha o impacto da doença e das terapêuticas na vida da pessoa.

A recuperação funcional, a imagem corporal, a sexualidade, a menopausa induzida, a fadiga, a saúde óssea, a autonomia e o regresso à vida quotidiana podem exigir acompanhamento específico, articulado com a equipa clínica responsável pelo tratamento.

Cancro da mama na mulher jovem

O cancro da mama na mulher jovem coloca desafios próprios, que devem ser considerados desde o início do percurso.

Além da definição do melhor tratamento oncológico, podem ser relevantes temas como preservação da fertilidade, gravidez futura, menopausa induzida pelos tratamentos, sexualidade, imagem corporal, vida familiar, parentalidade, impacto profissional e reintegração na vida quotidiana.

As opções cirúrgicas e reconstrutivas devem ser discutidas com particular atenção ao impacto da cirurgia na imagem corporal, intimidade, autoestima, vida social e planos pessoais.

Reabilitação, imagem corporal e sobrevivência

O acompanhamento do cancro da mama não termina com os tratamentos ativos.

Após cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonoterapia ou outras terapêuticas, podem persistir alterações físicas, funcionais, emocionais, hormonais ou sociais que beneficiam de acompanhamento específico.

O acompanhamento pode integrar:

  • Reabilitação física e funcional, incluindo fisioterapia, recuperação do ombro e membro superior, prevenção e tratamento de linfedema, gestão de dor, cicatrizes e alterações sensitivas.
  • Acompanhamento após cirurgia oncoplástica ou reconstrução, incluindo adaptação corporal, avaliação de simetria e eventual necessidade de procedimentos complementares.
  • Fadiga, saúde óssea e condição física, incluindo fisiologia do exercício, promoção de atividade física segura e estilos de vida saudáveis.
  • Apoio emocional, sexualidade e imagem corporal, incluindo autoestima, menopausa induzida e adaptação à vida íntima e familiar.
  • Apoio nutricional e reintegração na vida quotidiana, incluindo recuperação de autonomia, rotinas pessoais, familiares, sociais e profissionais.

O objetivo é apoiar a recuperação de funcionalidade, confiança, imagem corporal, autonomia e qualidade de vida.

Acompanhamento próximo

No cancro da mama, o Patient Navigator pode apoiar a articulação entre consulta, imagiologia, biópsia, reunião interdisciplinar, cirurgia, tratamentos complementares, reabilitação e seguimento.

Funciona como ponto de contacto próximo entre a pessoa, a família, a equipa clínica e os serviços envolvidos, ajudando a orientar etapas, esclarecer dúvidas ou encaminhá-las para a equipa adequada.

A telemonitorização durante os tratamentos sistémicos pode complementar o seguimento presencial, ajudando a acompanhar sintomas e efeitos secundários durante tratamentos sistémicos, radioterapia ou terapêuticas prolongadas.

Presença nas unidades Lusíadas

O acompanhamento do cancro da mama está disponível em diferentes unidades Lusíadas integradas no modelo Oncology Total Care, com articulação clínica entre equipas sempre que necessário.

Hospital Lusíadas Lisboa

Dr. Paulo Cortes

Dr. Paulo Cortes

Coordenador de Oncologia Médica: Hospital Lusíadas Lisboa

Coordenador de Oncologia Médica: Hospital Lusíadas Lisboa

Unidades

Hospital Lusíadas Lisboa
Dra. Daniela Macedo

Dra. Daniela Macedo

Unidades

Hospital Lusíadas Lisboa
Dra. Ana João Pissarra

Dra. Ana João Pissarra

Unidades

Hospital Lusíadas Lisboa

Hospital Lusíadas Amadora

Dr. Sérgio Barroso

Dr. Sérgio Barroso

Coordenador de Oncologia Médica: Hospital Lusíadas Amadora

Coordenador de Oncologia Médica: Hospital Lusíadas Amadora

Coordenador de Oncologia Médica: Clínica Lusíadas Oriente

Coordenador de Oncologia Médica: Clínica Lusíadas Oriente

Unidades

Hospital Lusíadas Amadora
Clínica Lusíadas Oriente
Dr. Anuraj Parmanande

Dr. Anuraj Parmanande

Unidades

Hospital Lusíadas Amadora

Hospital Lusíadas Porto

Dr. Miguel Barbosa

Dr. Miguel Barbosa

Unidades

Hospital Lusíadas Porto

Hospital Lusíadas Braga

Dr. Tiago Alpoim

Dr. Tiago Alpoim

Unidades

Hospital Lusíadas Braga
Dra. Ana Sofia Mendes

Dra. Ana Sofia Mendes

Unidades

Hospital Lusíadas Braga

Hospital Lusíadas Albufeira e Vilamoura

Dra. Cidália Pinto

Dra. Cidália Pinto

Unidades

Hospital Lusíadas Albufeira
Clínica Lusíadas Faro
Dra. Elsa Campôa

Dra. Elsa Campôa

Unidades

Hospital Lusíadas Albufeira
Clínica Lusíadas Faro
Hospital Lusíadas Vilamoura

Perguntas Frequentes

O que significa HER2 positivo?

HER2 é uma proteína que pode estar aumentada em alguns tumores da mama. Quando o tumor é HER2 positivo, podem ser considerados tratamentos dirigidos especificamente contra esta alteração, integrados na estratégia definida pela equipa clínica.

O que são recetores hormonais?

Os recetores hormonais indicam se as células tumorais podem ser estimuladas por hormonas como estrogénios ou progesterona. Esta informação ajuda a decidir se a hormonoterapia pode ter papel no tratamento.

O que são testes genómicos?

São testes realizados no tumor, em situações selecionadas, para ajudar a estimar o risco de recidiva e apoiar decisões terapêuticas, nomeadamente sobre a necessidade de quimioterapia em alguns casos de cancro da mama precoce.

Quando pode ser considerada avaliação genética?

A avaliação genética pode ser considerada quando existe diagnóstico em idade jovem, história familiar relevante, cancro da mama bilateral, associação com outros tumores ou características que sugiram predisposição hereditária.

Quando pode ser necessária quimioterapia?

A quimioterapia pode ser recomendada antes ou depois da cirurgia, ou em doença avançada, dependendo do estádio, subtipo tumoral, risco de recidiva, biomarcadores, estado geral e objetivos do tratamento.

O que é tratamento antes da cirurgia?

Em alguns casos, pode ser indicado tratamento sistémico antes da cirurgia. O objetivo pode ser reduzir a dimensão da doença, facilitar a cirurgia, avaliar a resposta ao tratamento e adaptar a estratégia posterior.

O que é cirurgia conservadora da mama?

É uma cirurgia em que se remove o tumor com margem adequada, preservando a maior parte possível da mama. A indicação depende das características do tumor, da mama, da segurança oncológica e do plano global de tratamento.

O que é cirurgia oncoplástica?

A cirurgia oncoplástica combina princípios da cirurgia oncológica e da cirurgia plástica. Procura remover o tumor com segurança e, quando possível, preservar ou melhorar a forma da mama.

Quando pode ser feita reconstrução mamária?

A reconstrução pode ser imediata, no mesmo tempo da mastectomia, ou diferida. A decisão depende da situação clínica, tipo de cirurgia, necessidade de radioterapia, preferência da pessoa e avaliação da equipa.

O que é o gânglio sentinela?

É o primeiro gânglio linfático para onde as células tumorais teriam maior probabilidade de migrar. A sua avaliação pode evitar cirurgias axilares mais extensas quando não são necessárias.

Porque é importante a reabilitação após cirurgia mamária?

A reabilitação pode ajudar a recuperar mobilidade do ombro e membro superior, reduzir dor, prevenir ou tratar linfedema, melhorar função e apoiar o regresso gradual às atividades habituais.

O que é linfedema?

O linfedema é inchaço do braço, mama ou parede torácica que pode surgir após cirurgia axilar ou radioterapia. A prevenção, deteção precoce e tratamento especializado podem reduzir o impacto funcional.

Os tratamentos podem afetar sexualidade, menopausa ou imagem corporal?

Sim. A cirurgia, quimioterapia, hormonoterapia ou radioterapia podem afetar imagem corporal, autoestima, sexualidade, sintomas de menopausa, fadiga e bem-estar emocional. Estes temas devem ser abordados sem constrangimento com a equipa.

Como é feito o seguimento depois dos tratamentos?

O seguimento é definido de acordo com o tipo de tumor, tratamentos realizados, risco de recidiva e necessidades da pessoa. Pode incluir consultas, exames de vigilância, gestão de efeitos tardios, reabilitação e apoio à recuperação global.

Uma abordagem especializada ao longo de todo o percurso