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Área Clínica Integrada

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Tumores Digestivos: Uma abordagem especializada, interdisciplinar e tecnicamente diferenciada

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No Lusíadas Oncology Total Care, os tumores digestivos são acompanhados com uma abordagem integrada, desde o diagnóstico e endoscopia avançada até à cirurgia digestiva oncológica, tratamentos sistémicos, radioterapia, terapêuticas loco-regionais, nutrição, reabilitação e seguimento.

A equipa procura tratar a doença com rigor, mas também preservar função digestiva, estado nutricional, autonomia, tolerância aos tratamentos e qualidade de vida.

O que tratamos

Os tumores digestivos incluem doenças muito diferentes entre si. Por isso, cada caso deve ser avaliado por equipas experientes, capazes de adaptar o tratamento ao órgão de origem, estádio, biologia tumoral, possibilidade cirúrgica, estado nutricional, função digestiva e objetivos da pessoa.

Title
Tumores do cólon e do reto
Summary

Incluem tumores do intestino grosso e do reto, com necessidades de avaliação diferentes conforme a localização, estádio e eventual envolvimento de outros órgãos.

Title
Tumores do esófago, estômago e junção gastroesofágica
Summary

Incluem tumores localizados na transição entre esófago e estômago, bem como tumores gástricos, frequentemente associados a impacto nutricional e funcional relevante.

Title
Tumores do fígado, vias biliares e pâncreas
Summary

Incluem tumores de órgãos com elevada complexidade anatómica e funcional, em que a caracterização da doença e a avaliação de ressecabilidade são particularmente importantes.

Title
Tumores neuroendócrinos digestivos
Summary

Grupo heterogéneo de tumores que podem ter comportamentos muito diferentes, desde evolução lenta até formas mais agressivas.

Title
Metastização hepática
Summary

Situações em que tumores se disseminam para o fígado, exigindo avaliação integrada da doença hepática e da doença sistémica.

Title
Doença localmente avançada ou metastizada
Summary

Contextos em que a doença exige avaliação interdisciplinar para definir a melhor sequência terapêutica e os objetivos do tratamento.

Title
Doença oligometastática selecionada
Summary

Situações em que a doença à distância tem expressão limitada e pode justificar discussão específica em equipa interdisciplinar.

Title
Tumores hereditários, reavaliação e segunda opinião
Summary

Inclui situações com suspeita de predisposição genética, história familiar relevante, dúvidas diagnósticas ou necessidade de rever uma estratégia terapêutica.

Área Clínica Integrada

O que diferencia a nossa abordagem

Área globalmente diferenciada
Forte integração entre especialidades nos vários tumores digestivos.

Cirurgia digestiva oncológica
Experiência em cirurgia colo-retal, hepática, hepatobiliar, pancreática, esofágica e gástrica.

Radioterapia integrada
Planeamento da radioterapia em articulação com oncologia médica, cirurgia, gastrenterologia, imagiologia e restantes áreas da equipa.

Biomarcadores e medicina de precisão
Avaliação molecular quando indicada, permitindo selecionar imunoterapia, terapêuticas alvo ou estratégias sistémicas mais ajustadas ao perfil do tumor.

Gastrenterologia avançada
Endoscopia diagnóstica e terapêutica, incluindo resseções minimamente invasivas em lesões selecionadas.

Oncologia médica diferenciada
Integração de quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo e estratégias sistémicas ajustadas ao tumor, biomarcadores, fase da doença e objetivos terapêuticos.

Imagiologia de intervenção
Biópsias, drenagens, controlo de sintomas e tratamentos loco-regionais.

Reabilitação e qualidade de vida
Recuperação funcional, nutrição, gestão de ostomias, reabilitação pélvica quando indicada e reintegração na vida quotidiana.

Diagnóstico e modalidades de tratamento

Diagnóstico e caracterização da doença

Nos tumores digestivos, a qualidade do diagnóstico e do estadiamento é decisiva para definir a sequência correta de tratamento: endoscopia terapêutica, cirurgia imediata, tratamento antes da cirurgia, radioterapia, terapêutica sistémica, tratamento loco-regional ou vigilância estruturada.

O percurso pode incluir endoscopia digestiva alta, colonoscopia, ecoendoscopia, biópsia, TC, ressonância magnética, PET-TC quando indicada, avaliação anatomopatológica, biomarcadores e exames de estadiamento.

  • Endoscopia digestiva alta, colonoscopia e ecoendoscopia
  • Ressonância magnética, particularmente no cancro do reto e tumores hepatobiliares
  • Biópsias endoscópicas ou guiadas por imagem
  • Avaliação anatomopatológica e biomarcadores

Gastrenterologia avançada e endoscopia terapêutica

A Gastrenterologia é uma das áreas centrais no diagnóstico e tratamento de vários tumores digestivos.

Em situações selecionadas, técnicas endoscópicas avançadas podem permitir diagnosticar, caracterizar e tratar lesões de forma minimamente invasiva, evitando ou adiando procedimentos mais agressivos quando isso é clinicamente seguro.

  • Resseções endoscópicas de lesões precoces ou pré-malignas
  • Ecoendoscopia diagnóstica ou terapêutica
  • Colocação de próteses, drenagens e controlo de obstruções
  • Apoio ao diagnóstico de lesões pancreatobiliares

Oncologia médica e tratamentos sistémicos

Os tratamentos sistémicos podem incluir quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo ou combinações, de acordo com o tipo de tumor, estádio, biomarcadores, tratamentos prévios, sintomas e objetivos terapêuticos.

Podem ser utilizados antes da cirurgia, depois da cirurgia ou em contexto de doença avançada, sempre integrados na decisão interdisciplinar.

Radioterapia

A radioterapia pode integrar o tratamento de tumores do reto, esófago, estômago, canal anal e outras situações selecionadas, com intenção curativa, pré-operatória, pós-operatória ou paliativa.

A indicação, sequência e técnica são definidas em articulação com oncologia médica, cirurgia, gastrenterologia, imagiologia e restantes elementos da equipa.

No cancro do reto, a radioterapia pode ser particularmente relevante em estratégias neoadjuvantes, incluindo programas orientados para preservação de órgão em casos selecionados.

Cirurgia digestiva oncológica

A cirurgia tem um papel central em muitos tumores digestivos. Pode incluir cirurgia do cólon e do reto, cirurgia hepática, vias biliares, pancreática, esofágica, gástrica, peritoneal ou de metástases hepáticas.

A diferenciação técnica é particularmente relevante em cirurgia do reto, fígado, vias biliares, pâncreas, esófago e estômago, onde a experiência da equipa influencia a segurança, a estratégia terapêutica e a recuperação.

Cancro do cólon e do reto

No cancro colo-retal, o tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia em situações selecionadas, terapêuticas alvo, imunoterapia ou tratamento de doença metastática, nomeadamente hepática ou peritoneal.

No cancro do reto, a estratégia exige avaliação rigorosa, incluindo ressonância magnética pélvica, endoscopia, anatomia patológica, estadiamento, avaliação da distância ao esfíncter, função intestinal e impacto esperado na qualidade de vida.

Em situações cuidadosamente selecionadas, após tratamento neoadjuvante e resposta clínica completa, pode ser considerada uma estratégia de preservação de órgão, incluindo watch and wait, com vigilância estruturada e acompanhamento clínico rigoroso.

Tumores do esófago, estômago e junção gastroesofágica

A estratégia pode integrar endoscopia, ecoendoscopia, cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou terapêuticas alvo, conforme o estádio, localização, histologia, biomarcadores e estado nutricional.

A avaliação nutricional deve ser considerada precocemente, porque estes tumores e os seus tratamentos podem afetar de forma significativa a ingestão alimentar, peso, força muscular e tolerância terapêutica.

Tumores do fígado, vias biliares e pâncreas

Nos tumores do fígado, vias biliares e pâncreas, a decisão exige integração entre cirurgia, oncologia médica, gastrenterologia, endoscopia avançada, imagiologia, imagiologia de intervenção e cuidados de suporte.

Pode ser necessário avaliar ressecabilidade, drenagem biliar, ecoendoscopia, biópsia, tratamento sistémico, cirurgia, ablação, embolização, radioembolização ou outras técnicas loco-regionais em situações selecionadas.

Programas adaptados a cada fase

O acompanhamento é ajustado à fase clínica, ao tratamento previsto e ao impacto nutricional, digestivo, funcional e emocional da doença.

Diagnóstico e pré-tratamento

O objetivo é confirmar o diagnóstico, definir o estádio, obter biomarcadores relevantes, avaliar possibilidade cirúrgica ou endoscópica e preparar o início do tratamento.

Nos tumores digestivos, a avaliação nutricional deve ser considerada desde cedo, sobretudo quando existe perda de peso, dificuldade alimentar, obstrução, icterícia, náuseas, diarreia, dor ou fragilidade.

Tratamento com intenção curativa

Durante endoscopia terapêutica, cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapêuticas alvo, imunoterapia ou tratamentos combinados, a equipa acompanha a execução do plano, resposta ao tratamento, efeitos secundários, estado nutricional e recuperação funcional.

Preservação de órgão, função e qualidade de vida

Em alguns tumores digestivos, a estratégia terapêutica pode procurar preservar órgão ou função sem comprometer a segurança oncológica.

Isto pode incluir tratamentos endoscópicos minimamente invasivos em lesões selecionadas, estratégias de preservação de órgão no cancro do reto, redução do risco de ostomia, preservação da função digestiva e escolha de sequências terapêuticas que mantenham a melhor qualidade de vida possível.

Doença avançada ou metastizada

Na doença avançada, o tratamento pode incluir quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, cirurgia, radioterapia, tratamentos loco-regionais, endoscopia terapêutica ou procedimentos guiados por imagem.

O acompanhamento integra monitorização clínica, avaliação de resposta, gestão de toxicidades, controlo de sintomas, apoio nutricional, controlo de dor, gestão de icterícia, obstrução, ascite, alterações digestivas, fadiga, apoio psicológico, reabilitação e cuidados paliativos quando adequados.

Qualidade de vida, recuperação e continuidade

Nos tumores digestivos, a qualidade do tratamento depende também da forma como se acompanha o impacto da doença e das terapêuticas na vida da pessoa.

A alimentação, a função digestiva, a recuperação após cirurgia, a adaptação a ostomia, a fadiga, a autonomia e o regresso à vida quotidiana podem exigir acompanhamento específico, articulado com a equipa clínica responsável pelo tratamento.

Nutrição, reabilitação digestiva e sobrevivência

Após cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou outras terapêuticas, podem persistir alterações digestivas, nutricionais, físicas, emocionais ou funcionais que beneficiam de acompanhamento específico.

O acompanhamento pode integrar:

  • Nutrição clínica e recuperação nutricional, incluindo adaptação alimentar, gestão de perda de peso, náuseas, diarreia, obstipação ou alterações da absorção.
  • Apoio após cirurgia digestiva, incluindo recuperação funcional, adaptação a alterações do trânsito intestinal e cuidados relacionados com ostomia, quando aplicável.
  • Reabilitação física, funcional e pélvica, incluindo fisioterapia, fisiologia do exercício e, quando indicado, reabilitação do pavimento pélvico, com foco na recuperação funcional, gestão da fadiga, função intestinal, adaptação após cirurgia pélvica e promoção de atividade física segura.
  • Apoio emocional e adaptação à vida quotidiana, incluindo apoio psicológico e reintegração pessoal, familiar, social e profissional.

O objetivo é apoiar a recuperação de força, autonomia, função digestiva, tolerância alimentar e qualidade de vida.

Acompanhamento próximo

Nos tumores digestivos, o Patient Navigator pode apoiar a articulação entre consultas, endoscopias, biópsias, exames de imagem, reunião interdisciplinar, cirurgia, tratamentos sistémicos, radioterapia, nutrição, reabilitação e seguimento.

A telemonitorização durante os tratamentos sistémicos pode complementar o seguimento presencial, ajudando a acompanhar sintomas digestivos, efeitos secundários, toxicidades dos tratamentos, estado funcional, fadiga, dor, alterações alimentares ou sinais de alerta durante o percurso terapêutico.

Presença nas unidades Lusíadas

O acompanhamento dos tumores digestivos está disponível em diferentes unidades Lusíadas integradas no modelo Oncology Total Care, com articulação clínica entre equipas sempre que necessário.

Equipa Hospital Lusíadas Lisboa

Title
Tiago Bana
Summary

Gastroenterologia

Title
João Pereira Silva
Summary

Gastroenterologia

Title
Pedro Barreiro
Summary

Gastroenterologia

Title
Miguel Serrano
Summary

Gastroenterologia

Title
Patrícia Santos
Summary

Gastroenterologia

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David Serra
Summary

Gastroenterologia

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Cecília Monteiro
Summary

Cirurgia — Digestivo Alto

Title
Carmen Maillo
Summary

Cirurgia — Digestivo Alto

Title
Gabriel Oliveira
Summary

Cirurgia — Digestivo Alto

Title
Ângelo Ferreira
Summary

Cirurgia — Digestivo Alto

Perguntas Frequentes

O que são biomarcadores nos tumores digestivos?

São características do tumor que podem ajudar a orientar o tratamento. Em alguns tumores digestivos, os biomarcadores podem indicar maior probabilidade de benefício de imunoterapia, terapêuticas alvo ou outras estratégias personalizadas.

Quando pode ser necessária quimioterapia antes da cirurgia?

Em alguns tumores digestivos, a quimioterapia pode ser indicada antes da cirurgia para reduzir a doença, aumentar a probabilidade de uma cirurgia completa ou tratar precocemente doença microscópica que não é visível nos exames.

O que é tratamento neoadjuvante?

É o tratamento realizado antes da cirurgia. Pode incluir quimioterapia, radioterapia ou combinações, dependendo do tipo de tumor, localização, estádio e objetivo terapêutico.

O que é watch and wait no cancro do reto?

É uma estratégia considerada em casos muito selecionados de cancro do reto, quando existe resposta clínica completa após tratamento antes da cirurgia. Em vez de cirurgia imediata, é feita vigilância rigorosa e estruturada.

O que são terapêuticas alvo?

São tratamentos dirigidos a alterações específicas do tumor. Só são úteis quando existe um alvo identificado e clinicamente relevante, por isso dependem de avaliação anatomopatológica e molecular adequada.

O que é imunoterapia nos tumores digestivos?

A imunoterapia é um tratamento que estimula o sistema imunitário a reconhecer e combater células tumorais. Nos tumores digestivos, pode ser particularmente relevante em subgrupos com biomarcadores específicos.

Quando pode ser importante a endoscopia terapêutica?

A endoscopia terapêutica pode permitir tratar lesões precoces ou pré-malignas de forma minimamente invasiva em casos selecionados. Também pode ajudar a controlar complicações como obstrução, hemorragia ou dificuldade alimentar.

Quando pode ser necessária radioterapia?

A radioterapia pode ser usada em alguns tumores digestivos com intenção curativa, antes ou depois da cirurgia, ou para controlo de sintomas. É particularmente relevante em tumores como cancro do reto, esófago, estômago ou canal anal, conforme o caso.

O que significa doença oligometastática?

Significa que existe doença à distância, mas limitada em número e localização. Em situações selecionadas, pode justificar discussão de tratamentos locais, como cirurgia, radioterapia ou ablação, integrados com tratamento sistémico.

O que esperar após cirurgia digestiva?

A recuperação depende do tipo de cirurgia e da situação clínica. Podem existir alterações do trânsito intestinal, alimentação, peso, força física, dor, fadiga ou necessidade de adaptação a ostomia. O acompanhamento é ajustado a cada pessoa.

Porque é importante a nutrição durante os tratamentos?

Os tumores digestivos e os seus tratamentos podem afetar apetite, peso, absorção, trânsito intestinal e tolerância terapêutica. A nutrição clínica pode ajudar a preservar força, autonomia e capacidade para cumprir o plano de tratamento.

O que são cuidados com ostomia?

Quando é necessária uma ostomia, a pessoa pode precisar de ensino, adaptação prática, cuidados de pele, apoio nutricional e acompanhamento emocional. O objetivo é facilitar autonomia e regresso progressivo à vida quotidiana.

Porque pode ser necessária reabilitação após tratamentos digestivos?

A reabilitação pode ajudar a recuperar força, mobilidade, função intestinal, tolerância ao esforço e autonomia, sobretudo após cirurgia, tratamentos prolongados, perda de peso, fadiga ou fragilidade.

Como é feito o seguimento depois dos tratamentos?

O seguimento depende do tipo de tumor, estádio, tratamentos realizados e risco de recidiva. Pode incluir consultas, exames, vigilância de sintomas, apoio nutricional, reabilitação e acompanhamento de efeitos tardios.

Uma abordagem especializada ao longo de todo o percurso