Tag

Área Clínica Integrada

Title

Tumores da Pele: uma abordagem especializada, rápida e personalizada

Body

No Lusíadas Oncology Total Care, o acompanhamento dos tumores da pele integra diagnóstico dermatológico, avaliação anatomopatológica, estadiamento, decisão interdisciplinar, cirurgia, tratamentos sistémicos, radioterapia, vigilância e seguimento prolongado.

Nos tumores da pele, a rapidez no diagnóstico, a excisão adequada da lesão, a avaliação dos gânglios linfáticos quando indicada e a identificação correta dos casos de maior risco são decisivas para definir o tratamento mais adequado.

A abordagem é desenvolvida por equipas que articulam Dermatologia, Cirurgia, Oncologia Médica, Radioncologia, Imagiologia, Anatomia Patológica, Medicina Nuclear, Genética Médica e áreas de suporte, sempre que indicado.

O que tratamos

Acompanhamos diferentes tipos, fases e contextos clínicos dos tumores da pele. A avaliação deve integrar o tipo de lesão, localização, profundidade, margens, risco ganglionar, biomarcadores, impacto funcional ou estético e objetivos da pessoa.

Title
Melanoma cutâneo
Summary

Tumor cutâneo em que a espessura, ulceração, margens, estádio, risco ganglionar e biomarcadores podem influenciar a cirurgia, estadiamento, pesquisa de gânglio sentinela e eventual tratamento complementar.

Title
Carcinoma basocelular
Summary

Tumor cutâneo frequente, habitualmente de crescimento local, em que a localização, dimensão, subtipo e impacto funcional ou estético orientam a abordagem.

Title
Carcinoma espinocelular / epidermóide cutâneo
Summary

Tumor que pode ter risco local, perineural, ganglionar ou sistémico em situações selecionadas, exigindo identificação correta dos casos de maior risco.

Title
Carcinoma de células de Merkel e tumores cutâneos raros
Summary

Tumores menos frequentes, que beneficiam de discussão interdisciplinar, estadiamento adequado e integração de várias modalidades terapêuticas quando necessário.

Title
Lesões pigmentadas suspeitas
Summary

Situações em que a observação dermatológica, dermatoscopia, seguimento fotográfico ou excisão diagnóstica podem ser importantes para esclarecer o risco.

Title
Tumores localmente avançados ou com envolvimento ganglionar
Summary

Contextos em que a doença exige avaliação integrada de cirurgia, radioterapia, imagiologia, medicina nuclear e oncologia médica.

Title
Doença metastizada
Summary

Situações em que o tratamento pode envolver imunoterapia, terapêuticas alvo, radioterapia, cirurgia ou outras intervenções dirigidas ao controlo da doença e sintomas.

Title
Tumores associados a predisposição genética ou imunossupressão
Summary

Contextos em que o risco de múltiplos tumores, recorrência ou maior agressividade pode justificar vigilância específica, avaliação genética ou acompanhamento mais estreito.

Title
Reavaliação terapêutica e segunda opinião
Summary

Inclui situações de maior complexidade clínica, margens, recidiva, localização sensível, doença avançada ou necessidade de rever opções diagnósticas e terapêuticas.

Área Clínica Integrada

O que diferencia a nossa abordagem

Avaliação dermatológica especializada
Observação clínica, dermatoscopia e orientação estruturada de lesões suspeitas.

Cirurgia cutânea e reconstrução
Excisão com margens adequadas, atenção à função e resultado estético, e envolvimento reconstrutivo quando necessário.

Anatomia patológica rigorosa
Caracterização de fatores de risco como espessura, ulceração, margens, subtipo, diferenciação e outros elementos relevantes.

Radioterapia integrada
Integração da radioterapia em situações selecionadas, incluindo tumores de maior risco, margens, localização complexa ou controlo sintomático.

Integração interdisciplinar
Articulação entre Dermatologia, Cirurgia, Oncologia Médica, Radioncologia, Imagiologia, Anatomia Patológica e Medicina Nuclear.

Pesquisa de gânglio sentinela
Avaliação ganglionar no melanoma quando indicada, integrada no estadiamento e decisão terapêutica.

Oncologia médica diferenciada
Experiência em imunoterapia, terapêuticas alvo e tratamentos sistémicos modernos em melanoma, carcinomas cutâneos avançados e tumores raros.

Vigilância e prevenção
Acompanhamento dermatológico e oncológico, educação para auto-observação, fotoproteção e deteção precoce de novas lesões.

Diagnóstico e modalidades de tratamento

Diagnóstico e caracterização da doença

Nos tumores da pele, o diagnóstico começa frequentemente com a observação clínica e dermatológica da lesão.

A avaliação pode incluir dermatoscopia, registo fotográfico ou mapeamento de lesões em pessoas de maior risco, biópsia ou excisão diagnóstica, avaliação anatomopatológica e, quando indicado, exames de estadiamento.

  • Observação dermatológica e dermatoscopia
  • Fotografia clínica ou seguimento digital de lesões selecionadas
  • Biópsia cutânea ou excisão diagnóstica
  • Ecografia ganglionar, TC, PET-TC ou ressonância magnética quando indicadas
  • Pesquisa de gânglio sentinela quando indicada
  • Avaliação anatomopatológica e biomarcadores

Anatomia patológica, biomarcadores e avaliação molecular

A análise anatomopatológica confirma o diagnóstico, define o tipo de tumor e identifica fatores de risco relevantes para o tratamento e seguimento.

No melanoma, a espessura tumoral, ulceração, índice mitótico, margens e outros fatores ajudam a definir estadiamento, alargamento cirúrgico, pesquisa de gânglio sentinela e eventual tratamento complementar.

  • BRAF, no melanoma
  • NRAS, KIT ou outros marcadores em situações selecionadas
  • PD-L1 ou outros biomarcadores, quando clinicamente relevantes
  • Alterações moleculares em tumores cutâneos raros
  • Estudos genéticos em situações de suspeita hereditária ou elevado risco familiar

Decisão interdisciplinar

Os casos de maior risco ou complexidade são discutidos em reunião interdisciplinar dedicada.

A decisão integra informação clínica, dermatológica, cirúrgica, anatomopatológica, imagiológica e molecular, permitindo definir uma estratégia ajustada ao tipo de tumor, estádio, localização, risco de recidiva, estado geral, objetivos terapêuticos e impacto funcional ou estético.

  • Dermatologia
  • Cirurgia
  • Oncologia Médica
  • Radioncologia
  • Imagiologia
  • Anatomia Patológica
  • Medicina Nuclear
  • Patient Navigation

Tratamento personalizado

O tratamento dos tumores da pele é definido de forma individualizada.

Pode incluir cirurgia, pesquisa de gânglio sentinela, radioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, quimioterapia em situações selecionadas, tratamentos locais ou cuidados de suporte, isolados ou combinados.

A escolha depende do tipo de tumor, localização, dimensão, profundidade, margens, estádio, envolvimento ganglionar, biomarcadores, idade, estado geral, outras doenças existentes, risco de recidiva, objetivos terapêuticos e impacto funcional ou estético.

Dermatologia, cirurgia cutânea e reconstrução

A cirurgia é uma componente central no tratamento da maioria dos tumores da pele.

Pode incluir biópsia, excisão da lesão, alargamento de margens, cirurgia ganglionar quando indicada ou procedimentos reconstrutivos.

A abordagem cirúrgica deve equilibrar três objetivos: remover o tumor com margens adequadas, preservar função em áreas anatómicas sensíveis e obter o melhor resultado estético possível.

Quando necessário, podem ser envolvidos cirurgiões com experiência em reconstrução cutânea ou cirurgia plástica, para planear encerramentos complexos, retalhos, enxertos ou procedimentos reconstrutivos.

Melanoma

No melanoma, a estratégia depende da espessura, ulceração, margens, estádio e risco de recidiva.

Pode incluir excisão com margens adequadas, pesquisa de gânglio sentinela quando indicada, estadiamento imagiológico em situações de maior risco, tratamento adjuvante, imunoterapia, terapêuticas alvo ou tratamento de doença avançada.

Carcinomas cutâneos não melanoma

Nos carcinomas basocelular e espinocelular, a cirurgia é frequentemente o tratamento principal.

Em tumores de maior risco, localmente avançados, recidivados, com envolvimento perineural, localização complexa ou risco ganglionar, pode ser necessária avaliação interdisciplinar e integração de radioterapia, tratamentos sistémicos ou outras abordagens.

Radioterapia

A radioterapia pode ser utilizada em tumores cutâneos selecionados, como tratamento principal quando a cirurgia não é adequada, após cirurgia em situações de maior risco, ou para controlo de sintomas em doença avançada.

A indicação depende do tipo de tumor, localização, margens cirúrgicas, fatores de risco, idade, comorbilidades e objetivos terapêuticos.

Oncologia médica e tratamentos sistémicos

Os tratamentos sistémicos podem incluir imunoterapia, terapêuticas alvo ou outras opções, de acordo com o tipo de tumor e contexto clínico.

No melanoma, a imunoterapia e as terapêuticas alvo dirigidas a alterações moleculares específicas têm papel importante em vários contextos da doença avançada e, em situações selecionadas, no tratamento complementar após cirurgia.

Em carcinomas cutâneos avançados ou tumores raros, a imunoterapia ou terapêuticas dirigidas podem ser consideradas quando clinicamente indicadas.

Programas adaptados a cada fase

As necessidades de uma pessoa com tumor da pele variam ao longo do percurso. Por isso, o acompanhamento é ajustado à fase clínica, ao tipo de tumor e ao impacto funcional, estético e emocional da doença.

Diagnóstico e pré-tratamento

Nesta fase, o objetivo é avaliar a lesão suspeita, confirmar o diagnóstico, definir fatores de risco, planear a cirurgia ou outros tratamentos e identificar a necessidade de estadiamento.

Podem ser identificadas precocemente necessidades de apoio psicológico, avaliação genética, planeamento reconstrutivo ou acompanhamento dermatológico mais estreito em pessoas com múltiplas lesões ou maior risco.

Tratamento com intenção curativa

Durante a cirurgia, radioterapia ou tratamento sistémico complementar, a equipa acompanha a execução do plano, a recuperação, os efeitos secundários e o risco de recidiva.

Podem ser integradas áreas como enfermagem, cuidados de ferida, reabilitação, apoio psicológico, apoio nutricional e controlo sintomático, de acordo com as necessidades da pessoa.

Tumores em áreas funcional ou esteticamente sensíveis

Alguns tumores da pele localizam-se em áreas onde o tratamento pode ter impacto relevante na imagem corporal, expressão facial, visão, fala, mastigação, mobilidade, sensibilidade ou sexualidade.

Nestes casos, o planeamento deve integrar precocemente a avaliação cirúrgica e reconstrutiva, procurando equilibrar segurança oncológica, função e resultado estético.

Doença avançada ou metastizada

Na doença avançada, o tratamento pode incluir imunoterapia, terapêuticas alvo, radioterapia, cirurgia ou outras intervenções dirigidas ao controlo da doença e dos sintomas.

O acompanhamento integra monitorização clínica, avaliação de resposta, gestão de toxicidades, controlo de dor, fadiga, sintomas cutâneos ou sistémicos, apoio psicológico, reabilitação e cuidados paliativos quando adequados.

Terapêuticas prolongadas

Algumas pessoas mantêm imunoterapia, terapêuticas alvo ou outros tratamentos durante períodos prolongados.

Nesta fase, é importante acompanhar eficácia, toxicidades acumuladas, alterações cutâneas, fadiga, sintomas autoimunes, impacto na vida diária, adesão terapêutica e necessidades emocionais ou sociais.

Vigilância, prevenção e qualidade de vida

Nos tumores da pele, a qualidade do tratamento depende também da forma como se acompanha o risco de recidiva, o aparecimento de novas lesões e o impacto funcional, estético ou emocional dos tratamentos.

A vigilância dermatológica, a auto-observação, a fotoproteção, a avaliação de cicatrizes, a adaptação à imagem corporal e a monitorização de efeitos secundários podem exigir acompanhamento específico, articulado com a equipa clínica responsável pelo tratamento.

Vigilância dermatológica, prevenção e sobrevivência

O acompanhamento dos tumores da pele não termina com o tratamento inicial.

Após melanoma, carcinoma cutâneo ou outros tumores da pele, pode existir risco de recidiva, novos tumores cutâneos ou efeitos tardios dos tratamentos.

  • Vigilância dermatológica, incluindo observação da pele, avaliação de cicatrizes, margens e áreas tratadas.
  • Dermatoscopia e seguimento fotográfico, quando indicado em pessoas com maior risco ou múltiplas lesões.
  • Auto-observação e sinais de alerta, com educação para identificar alterações suspeitas e procurar avaliação atempada.
  • Fotoproteção e prevenção, incluindo aconselhamento sobre exposição solar e prevenção de novos tumores cutâneos.
  • Acompanhamento oncológico, incluindo vigilância de gânglios linfáticos quando indicada e monitorização de efeitos secundários de imunoterapia ou terapêuticas alvo.
  • Imagem corporal e reintegração, incluindo apoio psicológico quando existe impacto estético, funcional, pessoal, familiar, social ou profissional.

O objetivo é detetar precocemente recidivas ou novas lesões, apoiar a recuperação e promover hábitos de proteção e vigilância a longo prazo.

Acompanhamento próximo

Nos tumores da pele, o Patient Navigator pode apoiar a articulação entre consulta dermatológica, cirurgia, anatomia patológica, exames de estadiamento, reunião interdisciplinar, tratamentos sistémicos, radioterapia e seguimento.

Funciona como ponto de contacto próximo entre a pessoa, a família, a equipa clínica e os serviços envolvidos, ajudando a orientar etapas, esclarecer dúvidas ou encaminhá-las para a equipa adequada.

A telemonitorização durante os tratamentos sistémicos pode complementar o seguimento presencial, ajudando a acompanhar sintomas, efeitos secundários de imunoterapia ou terapêuticas alvo, feridas, sinais de alerta e necessidades de contacto com a equipa.

Presença nas Unidades Lusíadas

O acompanhamento dos tumores da pele está disponível em diferentes unidades Lusíadas integradas no modelo Oncology Total Care, com articulação clínica entre equipas sempre que necessário.
 

Perguntas Frequentes

Quando deve ser avaliado um sinal ou lesão pigmentada?

Deve ser avaliada uma lesão que muda de tamanho, forma ou cor, que sangra, faz ferida, cresce rapidamente, causa sintomas ou parece diferente das restantes. A observação dermatológica permite decidir se é necessária vigilância, dermatoscopia, biópsia ou excisão.

O que é dermatoscopia?

A dermatoscopia é uma técnica de observação da pele com ampliação e luz específica. Ajuda a avaliar sinais e lesões cutâneas com maior detalhe e a decidir se uma lesão deve ser vigiada ou removida.

O que significa a espessura de Breslow no melanoma?

A espessura de Breslow mede a profundidade do melanoma na pele. É uma das informações mais importantes para estimar risco, planear a cirurgia, decidir sobre pesquisa de gânglio sentinela e orientar o seguimento.

O que é pesquisa de gânglio sentinela?

É uma técnica que permite avaliar o primeiro gânglio linfático para onde o melanoma poderia disseminar. Pode ser indicada em alguns melanomas, de acordo com a espessura, ulceração e outros fatores de risco.

Quando são necessários exames de estadiamento?

Nem todos os tumores da pele precisam de exames de estadiamento. Estes podem ser necessários em lesões de maior risco, suspeita de envolvimento ganglionar, melanoma mais avançado, carcinoma cutâneo agressivo ou sintomas sugestivos de doença à distância.

O que é imunoterapia no melanoma?

A imunoterapia é um tratamento que estimula o sistema imunitário a reconhecer e combater células tumorais. No melanoma, pode ser usada em doença avançada e, em situações selecionadas, após cirurgia para reduzir o risco de recidiva.

A radioterapia pode ser usada nos tumores da pele?

Sim. A radioterapia pode ser considerada quando a cirurgia não é adequada, após cirurgia em tumores de maior risco, em localizações complexas ou para controlo de sintomas em doença avançada.

Quando pode ser necessária reconstrução após cirurgia cutânea?

A reconstrução pode ser necessária quando a remoção do tumor deixa um defeito maior ou numa zona sensível, como face, pálpebras, nariz, lábios, orelha, mãos ou genitais. O objetivo é preservar função e obter o melhor resultado estético possível.

Como fazer auto-observação da pele?

A auto-observação consiste em verificar regularmente a pele, incluindo costas, couro cabeludo, plantas dos pés, unhas e zonas menos visíveis. Deve procurar lesões novas, alterações em sinais antigos, feridas que não cicatrizam ou lesões diferentes das restantes.

Porque é importante a fotoproteção?

A fotoproteção reduz a exposição excessiva à radiação ultravioleta, que é um fator de risco importante para vários tumores da pele. Inclui evitar horas de maior radiação, usar roupa adequada, chapéu, óculos e protetor solar.

Como é feita a vigilância após melanoma ou carcinoma cutâneo?

A vigilância depende do tipo de tumor, estádio, fatores de risco e tratamentos realizados. Pode incluir observação dermatológica, avaliação de cicatrizes, palpação de gânglios linfáticos, exames quando indicados e educação para auto-observação.

Quem tem maior risco de novos tumores da pele?

O risco pode ser maior em pessoas com história prévia de tumores da pele, múltiplos sinais, pele clara, exposição solar intensa, imunossupressão, história familiar ou síndromes genéticas raras. Nestes casos, a vigilância deve ser ajustada ao risco individual.

Os tratamentos podem afetar imagem corporal ou qualidade de vida?

Sim. Cirurgia, cicatrizes, alterações visíveis, tratamentos sistémicos ou radioterapia podem afetar imagem corporal, confiança, função e vida social. Estes aspetos devem ser considerados no planeamento e no acompanhamento.

Uma abordagem especializada ao longo de todo o percurso