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Área Clínica Integrada

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Tumores do Pulmão: uma abordagem especializada, rápida e personalizada

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No Lusíadas Oncology Total Care, o acompanhamento dos tumores do pulmão integra diagnóstico rápido, estadiamento rigoroso, caracterização molecular, decisão interdisciplinar e tratamento personalizado.

Nos tumores torácicos, cada etapa conta: confirmar o diagnóstico, obter material adequado para análise molecular, avaliar a extensão da doença, definir se há indicação para cirurgia, radioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo ou combinações de tratamentos, e preservar a função respiratória e a qualidade de vida.

A abordagem é desenvolvida por equipas que articulam Pneumologia, Cirurgia Torácica, Oncologia Médica, Radioncologia, Imagiologia, Anatomia Patológica, Medicina Nuclear, reabilitação respiratória e áreas de suporte, sempre que indicado.

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Pedido de Avaliação
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Consulta Especializada
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Segunda Opinião

O que tratamos

Acompanhamos diferentes tipos, fases e contextos clínicos dos tumores torácicos. A avaliação deve integrar o subtipo tumoral, estádio, biomarcadores, função respiratória, sintomas, estado geral e objetivos da pessoa.

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Cancro do pulmão de não pequenas células
Summary

Inclui os subtipos mais frequentes de cancro do pulmão, como adenocarcinoma e carcinoma epidermóide, com decisão orientada pelo estádio, biomarcadores e possibilidade de tratamento local ou sistémico.

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Cancro do pulmão de pequenas células
Summary

Subtipo com comportamento geralmente mais agressivo, em que o estadiamento rigoroso e a rapidez na decisão terapêutica são particularmente importantes.

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Nódulos pulmonares suspeitos
Summary

Situações que exigem avaliação estruturada, integrando imagem, risco clínico, evolução radiológica e necessidade de biópsia ou seguimento.

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Mesotelioma pleural e tumores tímicos
Summary

Tumores torácicos menos frequentes, que beneficiam de avaliação por equipa com experiência em decisão interdisciplinar e integração de diferentes modalidades terapêuticas.

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Doença localmente avançada
Summary

Contextos em que a doença pode exigir combinação de radioterapia, tratamentos sistémicos, cirurgia ou outras abordagens, definida em equipa interdisciplinar.

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Doença metastizada
Summary

Situações em que o tratamento é orientado pelo subtipo tumoral, biomarcadores, sintomas, extensão da doença, tratamentos prévios e objetivos terapêuticos.

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Doença oligometastática ou oligoprogressiva selecionada
Summary

Situações selecionadas em que a doença à distância é limitada ou progride em poucos locais, podendo justificar discussão de estratégias integradas com tratamento sistémico e abordagens locais.

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Tumores com alterações moleculares acionáveis
Summary

Contextos em que alterações como EGFR, ALK, ROS1, BRAF, KRAS, MET, RET, NTRK, HER2 ou outras podem orientar terapêuticas alvo ou outras estratégias personalizadas.

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Reavaliação terapêutica e segunda opinião
Summary

Inclui situações de maior complexidade clínica, dúvidas diagnósticas, necessidade de rever biomarcadores, progressão da doença ou discussão de alternativas terapêuticas.

Área Clínica Integrada

O que diferencia a nossa abordagem

Diagnóstico rápido e organizado
Articulação entre consulta, imagem, broncoscopia, EBUS e biópsias guiadas por imagem.

Caracterização molecular precoce
Avaliação de biomarcadores relevantes para terapêuticas alvo, imunoterapia ou estratégias personalizadas.

Oncologia médica diferenciada
Integração de quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo e sequências terapêuticas ajustadas ao subtipo tumoral, biomarcadores e fase da doença.

Estratégias integradas em doença selecionada
Avaliação de abordagens locais em doença oligometastática ou oligoprogressiva, integradas com tratamento sistémico.

Amostra adequada para decisão
Preocupação em obter material suficiente para diagnóstico, biomarcadores e avaliação molecular.

Discussão interdisciplinar dedicada
Integra Pneumologia, Cirurgia Torácica, Oncologia Médica, Radioncologia, Imagiologia, Anatomia Patológica e Medicina Nuclear.

Cirurgia torácica e radioterapia
Avaliação de cirurgia, radioterapia de precisão, radioterapia estereotáxica e estratégias combinadas quando indicadas.

Função respiratória e qualidade de vida
Integração de reabilitação respiratória, exercício clínico, nutrição, apoio psicológico, controlo sintomático e cessação tabágica.

Diagnóstico e modalidades de tratamento

Diagnóstico e caracterização da doença

No cancro do pulmão, a rapidez diagnóstica é importante, mas a qualidade da amostra e a caracterização completa da doença são igualmente decisivas.

O percurso diagnóstico pode incluir consulta especializada, TC torácica, PET-TC, broncoscopia, EBUS, biópsias guiadas por imagem, avaliação anatomopatológica, biomarcadores, testes moleculares e exames de estadiamento.

  • TC torácica e abdominal
  • PET-TC
  • Broncoscopia e EBUS para avaliação de gânglios linfáticos mediastínicos
  • Biópsias guiadas por imagem
  • Ressonância magnética cerebral, quando indicada
  • Provas de função respiratória e avaliação cardiológica ou funcional pré-operatória, quando necessária

A avaliação funcional é particularmente importante quando se considera cirurgia torácica ou radioterapia.

Anatomia patológica, biomarcadores e avaliação molecular

A análise anatomopatológica confirma o diagnóstico e identifica o subtipo tumoral. Nos tumores do pulmão, a caracterização molecular pode ser determinante para escolher o tratamento.

Sempre que indicado, a equipa integra biomarcadores e testes moleculares de forma precoce.

  • EGFR, ALK, ROS1, BRAF, KRAS, MET, RET, NTRK e HER2
  • PD-L1
  • Outros biomarcadores relevantes, quando indicados

Em situações selecionadas, podem ser considerados painéis moleculares mais alargados ou biópsia líquida.

Decisão interdisciplinar

Os casos são discutidos em reuniões interdisciplinares dedicadas aos tumores torácicos, integrando dados clínicos, imagiológicos, anatomopatológicos, moleculares e funcionais.

  • Pneumologia
  • Cirurgia Torácica
  • Oncologia Médica
  • Radioncologia
  • Imagiologia
  • Anatomia Patológica
  • Medicina Nuclear
  • Patient Navigation

Tratamento personalizado

O tratamento dos tumores do pulmão é definido de forma individualizada e pode incluir cirurgia torácica, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, tratamentos loco-regionais ou cuidados de suporte, isolados ou combinados.

A escolha depende do subtipo histológico, estádio, biomarcadores, função respiratória, estado geral, sintomas, tratamentos prévios e objetivos terapêuticos.

Cirurgia torácica

A cirurgia pode ser indicada em tumores localizados ou em situações selecionadas. A decisão considera o estádio, localização do tumor, função respiratória, estado geral e risco cirúrgico.

Sempre que adequado, podem ser utilizadas abordagens minimamente invasivas, procurando associar segurança oncológica, preservação funcional e recuperação mais rápida.

Radioterapia

A radioterapia pode ser utilizada com intenção curativa, como alternativa à cirurgia em doentes selecionados, em combinação com tratamentos sistémicos ou para controlo de sintomas.

Em contextos específicos, podem ser consideradas técnicas de elevada precisão, incluindo radioterapia estereotáxica.

Oncologia médica e tratamentos sistémicos

Os tratamentos sistémicos podem incluir quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo ou combinações.

A imunoterapia tem papel importante em vários contextos do cancro do pulmão; as terapêuticas alvo podem ser utilizadas quando existe uma alteração molecular relevante.

Estratégias combinadas

Muitos tumores do pulmão exigem a combinação de várias modalidades terapêuticas, incluindo tratamentos sistémicos antes ou depois da cirurgia, radioterapia associada a quimioterapia, imunoterapia em contexto definido, ou terapêuticas alvo quando existe indicação molecular.

Programas adaptados a cada fase

As necessidades de uma pessoa com tumor do pulmão variam ao longo do percurso. Por isso, o acompanhamento é ajustado à fase clínica, ao tratamento previsto e ao impacto respiratório, físico e emocional da doença.

Diagnóstico e pré-tratamento

Nesta fase, o objetivo é confirmar o diagnóstico, obter amostra adequada, avaliar biomarcadores, definir o estádio, avaliar função respiratória e preparar o plano terapêutico.

Podem ser identificadas precocemente necessidades de reabilitação respiratória, apoio nutricional, apoio psicológico, cessação tabágica, controlo sintomático ou otimização de outras doenças.

Tratamento com intenção curativa

Durante cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia ou terapêuticas alvo, a equipa acompanha a execução do plano, a resposta ao tratamento, os efeitos secundários e a recuperação funcional.

Doença localmente avançada

Na doença localmente avançada, a estratégia pode exigir combinação de radioterapia, quimioterapia, imunoterapia, cirurgia ou outras abordagens, conforme o caso.

Doença oligometastática ou oligoprogressiva

Em situações selecionadas, podem ser consideradas estratégias integradas com tratamentos sistémicos e abordagens locais, como radioterapia de precisão, cirurgia ou outros tratamentos loco-regionais.

Doença avançada ou metastizada

Na doença avançada, o tratamento pode incluir imunoterapia, terapêuticas alvo, quimioterapia, radioterapia ou outras intervenções dirigidas ao controlo da doença e dos sintomas.

O objetivo é controlar a doença sempre que possível, aliviar sintomas, preservar autonomia e manter a melhor qualidade de vida.

Terapêuticas prolongadas

Algumas pessoas mantêm imunoterapia, terapêuticas alvo ou outros tratamentos durante períodos prolongados. Nesta fase, é importante acompanhar eficácia, efeitos secundários acumulados, função respiratória, fadiga, estado nutricional, impacto na vida diária, adesão terapêutica e necessidades emocionais ou sociais.

Qualidade de vida, recuperação e continuidade

Nos tumores do pulmão, a qualidade do tratamento depende também da forma como se acompanha o impacto da doença e das terapêuticas na respiração, tolerância ao esforço, força física, autonomia e vida diária.

A dispneia, a tosse, a dor, a fadiga, a perda de massa muscular, a ansiedade, o tabagismo e o regresso à rotina podem exigir acompanhamento específico, articulado com a equipa clínica responsável pelo tratamento.

Reabilitação respiratória, recuperação funcional e sobrevivência

O acompanhamento dos tumores do pulmão não termina com o fim dos tratamentos ativos.

Após cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia ou terapêuticas alvo, podem persistir sintomas respiratórios, fadiga, perda de massa muscular, ansiedade, limitação funcional ou dificuldades no regresso à rotina.

  • Reabilitação respiratória e controlo sintomático, incluindo estratégias para dispneia, tosse, dor e recuperação da capacidade respiratória.
  • Recuperação física e funcional, incluindo fisioterapia, fisiologia do exercício, gestão da fadiga e promoção de atividade física segura.
  • Apoio nutricional, particularmente relevante quando existe perda de peso, perda de massa muscular, menor tolerância ao esforço ou tratamentos prolongados.
  • Apoio psicológico e reintegração quotidiana, incluindo ansiedade, adaptação à doença, autonomia e regresso à vida pessoal, familiar, social e profissional.

O objetivo é apoiar a recuperação da capacidade funcional, autonomia, tolerância ao esforço e qualidade de vida.

Apoio respiratório, cessação tabágica e qualidade de vida

Nos tumores do pulmão, os sintomas respiratórios e a função pulmonar têm impacto direto na vida diária.

O acompanhamento pode integrar reabilitação respiratória, otimização de doenças respiratórias pré-existentes, controlo de dispneia, apoio à cessação tabágica, aconselhamento nutricional, fisioterapia e exercício clínico.

A cessação tabágica pode ter benefício em qualquer fase do percurso, incluindo melhor tolerância aos tratamentos, redução de complicações e melhoria da saúde global.

Acompanhamento próximo

No cancro do pulmão, o Patient Navigator pode apoiar a articulação entre consulta, exames de imagem, broncoscopia, EBUS, biópsia, estadiamento, reunião interdisciplinar, tratamentos, reabilitação e seguimento.

Funciona como ponto de contacto próximo entre a pessoa, a família, a equipa clínica e os serviços envolvidos, ajudando a orientar etapas, esclarecer dúvidas ou encaminhá-las para a equipa adequada.

A telemonitorização durante os tratamentos sistémicos pode complementar o seguimento presencial, ajudando a acompanhar sintomas respiratórios, efeitos secundários, toxicidades da imunoterapia ou terapêuticas alvo, e sinais de alerta durante os tratamentos.

Presença nas Unidades Lusíadas

O acompanhamento dos tumores do pulmão está disponível em diferentes unidades Lusíadas integradas no modelo Oncology Total Care, com articulação clínica entre equipas sempre que necessário.

Perguntas Frequentes

O que são biomarcadores no cancro do pulmão?

São características do tumor que podem ajudar a escolher o tratamento. No cancro do pulmão, os biomarcadores podem identificar alterações que permitem terapêuticas alvo, imunoterapia ou outras estratégias personalizadas.

O que é o PD-L1?

O PD-L1 é um marcador que pode ajudar a avaliar a probabilidade de benefício da imunoterapia em alguns casos de cancro do pulmão. A sua interpretação depende sempre do subtipo tumoral, estádio e contexto clínico.

O que são alterações EGFR, ALK, ROS1, BRAF, MET, RET ou NTRK?

São alterações moleculares que podem existir em alguns tumores do pulmão. Quando estão presentes e são clinicamente relevantes, podem permitir tratamentos dirigidos mais específicos, chamados terapêuticas alvo.

O que é imunoterapia?

A imunoterapia é um tratamento que estimula o sistema imunitário a reconhecer e combater células tumorais. Pode ser usada em diferentes fases do cancro do pulmão, isoladamente ou em combinação com outros tratamentos, quando indicada.

O que são terapêuticas alvo?

São tratamentos dirigidos a alterações específicas do tumor. No cancro do pulmão, dependem da identificação de biomarcadores através de testes moleculares realizados no tecido tumoral ou, em alguns casos, no sangue.

O que é EBUS?

EBUS é uma técnica que permite avaliar e biopsar gânglios linfáticos no tórax através de broncoscopia com ecografia. Pode ser importante para confirmar o diagnóstico e definir o estádio da doença.

Porque é importante obter uma boa amostra para biópsia?

A amostra deve permitir confirmar o diagnóstico, identificar o subtipo tumoral e realizar biomarcadores. Uma amostra insuficiente pode atrasar decisões ou obrigar a repetir procedimentos.

Quando pode ser necessária cirurgia?

A cirurgia pode ser considerada em tumores localizados ou em situações selecionadas. A decisão depende do estádio, localização do tumor, função respiratória, estado geral, risco cirúrgico e avaliação interdisciplinar.

Quando pode ser necessária radioterapia?

A radioterapia pode ser usada com intenção curativa, como alternativa à cirurgia em alguns doentes, em combinação com tratamentos sistémicos ou para controlo de sintomas. Em casos selecionados, podem ser usadas técnicas de elevada precisão.

O que significa doença oligometastática?

Significa que existe doença à distância, mas limitada em número e localização. Em situações selecionadas, pode justificar discussão de tratamentos locais, como radioterapia dirigida ou cirurgia, integrados com tratamento sistémico.

Porque são importantes as provas de função respiratória?

As provas de função respiratória ajudam a avaliar a capacidade pulmonar e o risco de alguns tratamentos, sobretudo quando se considera cirurgia torácica ou radioterapia. Também ajudam a orientar reabilitação e suporte respiratório.

Porque pode ser importante a reabilitação respiratória?

A reabilitação respiratória pode ajudar a melhorar tolerância ao esforço, dispneia, força muscular, autonomia e recuperação após cirurgia, radioterapia ou tratamentos sistémicos.

A cessação tabágica continua a ser útil depois do diagnóstico?

Sim. Deixar de fumar pode melhorar a saúde global, reduzir complicações, melhorar tolerância a tratamentos e ajudar na recuperação respiratória. O apoio à cessação tabágica pode ser integrado no acompanhamento.

Como é feito o seguimento depois dos tratamentos?

O seguimento depende do tipo de tumor, estádio, tratamentos realizados e risco de recidiva. Pode incluir consultas, exames de imagem, avaliação de sintomas, gestão de efeitos tardios, reabilitação e apoio à recuperação funcional.

Uma abordagem especializada ao longo de todo o percurso