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Área Clínica Integrada

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Tumores Urológicas: uma abordagem especializada, tecnológica e funcionalmente orientada

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No Lusíadas Oncology Total Care, o acompanhamento dos tumores urológicos integra diagnóstico dirigido, estadiamento rigoroso, decisão interdisciplinar, cirurgia urológica diferenciada, tratamentos sistémicos, radioterapia, reabilitação funcional e seguimento.

Nos tumores urológicos, a decisão terapêutica deve considerar não apenas o controlo da doença, mas também a preservação da função urinária, sexual, renal e global. A Urologia tem por isso um papel central, desde o diagnóstico e estadiamento até à cirurgia, vigilância ativa quando adequada, preservação de órgão e recuperação funcional.

A abordagem articula Urologia, Oncologia Médica, Radioncologia, Imagiologia, Anatomia Patológica, Medicina Nuclear, reabilitação e áreas de suporte, sempre que indicado.

O que tratamos

Acompanhamos diferentes tumores urológicos e contextos clínicos, desde doença localizada até doença avançada, situações de maior complexidade, reavaliação terapêutica e segunda opinião. A avaliação deve integrar o tipo de tumor, estádio, agressividade, função renal, função urinária, função sexual, biomarcadores, estado geral e objetivos da pessoa.

Title
Cancro da próstata
Summary

Inclui situações desde doença de baixo risco, em que pode ser considerada vigilância ativa, até doença localmente avançada ou metastizada, exigindo integração entre Urologia, Oncologia Médica, Radioncologia e Medicina Nuclear.

Title
Cancro da bexiga
Summary

Inclui tumores renais localizados ou avançados, em que a estratégia deve equilibrar controlo oncológico, possibilidade cirúrgica, preservação de função renal e necessidade de tratamento sistémico.

Title
Tumores da via urinária superior
Summary

Incluem tumores do urotélio localizados no ureter ou bacinete renal, nos quais a decisão depende do risco, extensão da doença, função renal e possibilidade de abordagem conservadora.

Title
Cancro do testículo
Summary

Tumor frequentemente diagnosticado em pessoas jovens, em que a rapidez diagnóstica, o estadiamento, a preservação de fertilidade e a definição correta da estratégia terapêutica são particularmente importantes.

Title
Cancro do pénis e tumores urológicos raros
Summary

Situações menos frequentes, nas quais a decisão deve equilibrar segurança oncológica, preservação funcional, imagem corporal, sexualidade e qualidade de vida.

Title
Doença localmente avançada ou metastizada
Summary

Contextos que exigem integração entre tratamentos sistémicos, cirurgia, radioterapia, radiofármacos, controlo de sintomas e cuidados de suporte.

Title
Doença oligometastática ou oligoprogressiva selecionada
Summary

Situações em que a doença à distância é limitada ou progride em poucos locais, podendo justificar discussão de estratégias integradas com tratamento sistémico e abordagens locais.

Title
Reavaliação terapêutica e segunda opinião
Summary

Inclui situações de maior complexidade clínica, dúvidas diagnósticas, progressão, recidiva, necessidade de rever biomarcadores ou de discutir alternativas terapêuticas.

Área Clínica Integrada

O que diferencia a nossa abordagem

Urologia diferenciada
Experiência em Urologia Oncológica e papel central desde o diagnóstico até ao seguimento.

Planeamento cirúrgico individualizado
Integra tipo de tumor, anatomia, estádio, segurança oncológica, preservação funcional e recuperação.

Radioterapia e braquiterapia integradas
Planeamento da radioterapia, braquiterapia ou radioterapia dirigida em articulação com Urologia, Oncologia Médica e Medicina Nuclear.

Avaliação molecular ou genética
Em contextos selecionados, nomeadamente doença avançada, tumores hereditários ou terapêuticas dirigidas.

Cirurgia robótica e minimamente invasiva
Abordagens tecnológicas quando indicadas, com foco em segurança oncológica, precisão técnica e recuperação funcional.

Oncologia médica diferenciada
Integração de hormonoterapia, quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, novos agentes hormonais, manutenção ou radiofármacos conforme o tumor e fase da doença.

Diagnóstico diferenciado
RM multiparamétrica da próstata, PET-PSMA quando indicado, cistoscopia, ureterorrenoscopia e biópsias dirigidas.

Preservação funcional
Continência urinária, função sexual, função renal, fertilidade e preservação da bexiga quando clinicamente adequado.

Diagnóstico e modalidades de tratamento

Diagnóstico e caracterização da doença

Nos tumores urológicos, a qualidade do diagnóstico e do estadiamento é decisiva para escolher a melhor estratégia: vigilância ativa, cirurgia, radioterapia, tratamentos sistémicos, terapêuticas dirigidas ou combinações.

O percurso diagnóstico pode incluir consulta de Urologia, exames laboratoriais, PSA, ecografia, TC, ressonância magnética, PET-TC, PET-PSMA quando clinicamente indicado, cistoscopia, ureterorrenoscopia, biópsias dirigidas e avaliação anatomopatológica.

  • PSA e outros exames laboratoriais
  • Ecografia renal, vesical, prostática ou testicular
  • Ressonância magnética multiparamétrica da próstata
  • PET-PSMA, quando indicado no cancro da próstata
  • Cistoscopia e ureterorrenoscopia
  • Biópsias prostáticas dirigidas por imagem ou fusão de imagem
  • Avaliação anatomopatológica e biomarcadores

Anatomia patológica, biomarcadores e avaliação molecular

A análise anatomopatológica confirma o diagnóstico, define o subtipo tumoral, grau, agressividade e características relevantes para a decisão terapêutica.

Em tumores urológicos, a avaliação molecular ou genética pode ser importante em situações selecionadas, sobretudo em doença avançada, tumores hereditários, cancro da próstata metastizado, tumores uroteliais ou carcinoma renal.

Esta informação pode apoiar a seleção de terapêuticas alvo, imunoterapia, radiofármacos, estratégias de manutenção ou inclusão em ensaios clínicos, quando disponíveis e clinicamente adequados.

Decisão interdisciplinar

Os casos são discutidos em reuniões interdisciplinares dedicadas aos tumores urológicos.

Estas reuniões integram informação clínica, imagiológica, anatomopatológica, molecular e funcional, permitindo definir uma estratégia adaptada ao tipo de tumor, estádio, agressividade, função renal, função urinária, função sexual, estado geral, objetivos terapêuticos e preferências da pessoa.

  • Urologia
  • Oncologia Médica
  • Radioncologia
  • Imagiologia
  • Anatomia Patológica
  • Medicina Nuclear
  • Patient Navigation

Tratamento personalizado

O tratamento dos tumores urológicos é definido de forma individualizada.

Pode incluir vigilância ativa, cirurgia urológica, radioterapia, braquiterapia, hormonoterapia, quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, terapêuticas com radiofármacos ou cuidados de suporte, isolados ou combinados.

A escolha depende do tipo de tumor, estádio, grau, biomarcadores, função renal, função urinária, função sexual, idade, estado geral, outras doenças existentes, objetivos terapêuticos e impacto esperado na qualidade de vida.

Urologia, cirurgia robótica e cirurgia minimamente invasiva

A cirurgia urológica é um elemento central no tratamento de muitos tumores urológicos.

Pode incluir cirurgia da próstata, rim, bexiga, via urinária superior, testículo, pénis, gânglios linfáticos ou retroperitoneu, de acordo com o tipo de tumor e extensão da doença.

Sempre que indicado, podem ser utilizadas técnicas minimamente invasivas, incluindo cirurgia robótica. Estas abordagens podem ser particularmente relevantes em procedimentos como prostatectomia radical, nefrectomia parcial, nefrectomia radical, cirurgia pélvica complexa ou outras intervenções urológicas selecionadas.

A cirurgia robótica pode permitir maior precisão técnica em determinados procedimentos, melhor visualização anatómica e maior delicadeza na disseção, o que pode ser relevante para preservar estruturas associadas à continência urinária, função sexual, função renal ou recuperação pós-operatória.

A indicação para cirurgia robótica ou minimamente invasiva depende sempre do tipo de tumor, anatomia, estádio, segurança oncológica e características clínicas da pessoa.

Cancro da próstata

No cancro da próstata, a estratégia pode incluir vigilância ativa, cirurgia, radioterapia, braquiterapia, hormonoterapia, terapêuticas sistémicas ou radiofármacos, de acordo com o risco, estádio e evolução da doença.

A Urologia tem um papel central na avaliação inicial, interpretação do PSA, exame clínico, RM multiparamétrica, biópsia prostática dirigida, discussão de vigilância ativa e decisão cirúrgica.

Quando a cirurgia é indicada, a prostatectomia radical, incluindo abordagem robótica quando adequada, deve considerar controlo oncológico, continência urinária, função sexual e recuperação funcional.

Em doença avançada, a decisão pode integrar hormonoterapia, quimioterapia, novos agentes hormonais, radiofármacos, radioterapia dirigida ou outras abordagens, de acordo com o estádio, sintomas, biomarcadores e tratamentos prévios.

Cancro da bexiga e via urinária

No cancro da bexiga, a estratégia depende da profundidade de invasão, grau, extensão da doença e risco de progressão.

Pode incluir resseção transuretral, terapêuticas intravesicais, vigilância endoscópica, cistectomia radical, reconstrução urinária, quimioterapia, imunoterapia, radioterapia ou estratégias de preservação vesical em casos selecionados.

Nos tumores da via urinária superior, a decisão pode incluir ureterorrenoscopia, cirurgia conservadora, nefroureterectomia, quimioterapia, imunoterapia ou terapêuticas dirigidas, conforme o risco e extensão da doença.

Cancro do rim

No cancro do rim, a estratégia pode incluir vigilância, ablação em situações selecionadas, nefrectomia parcial, nefrectomia radical, cirurgia minimamente invasiva ou robótica, terapêuticas sistémicas e cuidados de suporte.

Sempre que possível e clinicamente adequado, a preservação de função renal é um objetivo importante, sobretudo em tumores localizados, rim único, doença renal prévia ou maior risco de insuficiência renal.

Cancro do testículo e tumores raros

No cancro do testículo, o tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, vigilância, radioterapia em situações específicas e, em alguns casos, cirurgia retroperitoneal especializada.

A preservação de fertilidade deve ser discutida antes do início de tratamentos potencialmente gonadotóxicos, sempre que clinicamente possível.

Nos tumores do pénis ou outros tumores urológicos raros, a decisão deve equilibrar controlo oncológico, preservação funcional, imagem corporal, sexualidade e qualidade de vida.

Radioterapia, braquiterapia e tratamentos sistémicos

A radioterapia pode integrar o tratamento do cancro da próstata, bexiga, rim em situações selecionadas, lesões metastáticas ou controlo sintomático.

No cancro da próstata, pode ser considerada radioterapia externa, braquiterapia ou associação com hormonoterapia, conforme o risco e estádio.

Os tratamentos sistémicos podem incluir quimioterapia, hormonoterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, novos agentes hormonais ou radiofármacos, de acordo com o tipo de tumor e fase da doença.

Programas adaptados a cada fase

O acompanhamento é ajustado à fase clínica, ao tratamento previsto e ao impacto urinário, sexual, renal, físico e emocional da doença.

Diagnóstico e pré-tratamento

Nesta fase, o objetivo é confirmar o diagnóstico, definir o estádio, avaliar agressividade, discutir opções terapêuticas e preparar o início do tratamento.

Podem ser identificadas precocemente necessidades de reabilitação urinária, fisioterapia do pavimento pélvico, apoio à saúde sexual, avaliação da função renal, nutrição, apoio psicológico, avaliação genética ou preservação de fertilidade, quando indicado.

No cancro da próstata, esta fase pode incluir discussão de vigilância ativa, cirurgia, radioterapia, braquiterapia ou tratamentos sistémicos, conforme o risco e preferências da pessoa.

Tratamento com intenção curativa

Durante cirurgia, radioterapia, braquiterapia, quimioterapia, hormonoterapia ou outras terapêuticas, a equipa acompanha a execução do plano, resposta ao tratamento, efeitos secundários e recuperação funcional.

O objetivo é tratar eficazmente a doença preservando, sempre que possível, continência, função sexual, função renal, autonomia e qualidade de vida.

Preservação funcional e qualidade de vida

Nos tumores urológicos, a preservação funcional é uma dimensão essencial da decisão terapêutica.

Conforme o tipo de tumor, podem ser considerados a preservação da continência urinária, preservação ou recuperação da função sexual, preservação da função renal, preservação da bexiga em situações selecionadas, preservação de fertilidade no cancro do testículo ou em tratamentos gonadotóxicos, e recuperação funcional após cirurgia, radioterapia ou tratamentos sistémicos.

Esta abordagem não substitui a segurança oncológica, mas integra a qualidade de vida na escolha e sequência dos tratamentos.

Doença oligometastática ou oligoprogressiva

Em situações selecionadas, quando a doença metastática é limitada ou quando existe progressão em poucos locais, podem ser consideradas estratégias integradas com tratamentos sistémicos e abordagens locais, como radioterapia dirigida, cirurgia ou outros tratamentos loco-regionais.

Estas decisões são individualizadas, considerando biologia tumoral, controlo sistémico, sintomas, extensão da doença, tratamentos prévios e objetivo terapêutico.

Doença avançada ou metastizada

Na doença avançada, o tratamento pode incluir hormonoterapia, quimioterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo, radiofármacos, radioterapia ou intervenções dirigidas ao controlo da doença e sintomas.

O acompanhamento integra monitorização clínica, avaliação de resposta, gestão de toxicidades, controlo de dor, sintomas urinários, sintomas ósseos, fadiga, função renal, apoio nutricional, apoio psicológico, reabilitação e cuidados paliativos quando adequados.

O objetivo é controlar a doença sempre que possível, aliviar sintomas, preservar autonomia e manter a melhor qualidade de vida.

Terapêuticas prolongadas

Algumas pessoas mantêm tratamentos durante meses ou anos, como hormonoterapia, terapêuticas alvo, imunoterapia, radiofármacos ou tratamentos de manutenção.

Nesta fase, é importante acompanhar eficácia, adesão terapêutica, efeitos secundários acumulados, saúde óssea, metabolismo, risco cardiovascular, fadiga, função sexual, sintomas urinários, função renal e impacto emocional ou social.

Qualidade de vida, recuperação e continuidade

Nos tumores urológicos, a qualidade do tratamento depende também da forma como se acompanha o impacto da doença e das terapêuticas na vida da pessoa.

A continência urinária, a função sexual, a função renal, a saúde óssea, a fadiga, a autonomia e o regresso à vida quotidiana podem exigir acompanhamento específico, articulado com a equipa clínica responsável pelo tratamento.

Reabilitação urinária, saúde sexual e sobrevivência

O acompanhamento dos tumores urológicos não termina com os tratamentos ativos.

Após cirurgia, radioterapia, hormonoterapia, quimioterapia, imunoterapia ou terapêuticas alvo, podem persistir alterações urinárias, sexuais, hormonais, físicas ou emocionais que beneficiam de acompanhamento específico.

Nos tumores urológicos, a recuperação funcional é uma dimensão central do cuidado. A continência urinária, a função sexual, a função renal, a saúde óssea, a fadiga e a autonomia devem ser acompanhadas de forma estruturada, de acordo com o tipo de tumor, tratamento realizado e necessidades de cada pessoa.

  • Reabilitação urinária e pavimento pélvico, incluindo fisioterapia especializada, recuperação da continência e adaptação a alterações urinárias após cirurgia, radioterapia ou outros tratamentos.
  • Saúde sexual e função hormonal, incluindo apoio à função sexual, alterações associadas à hormonoterapia, fertilidade quando relevante, imagem corporal e vida íntima.
  • Recuperação física e funcional, incluindo recuperação após cirurgia urológica, fisiologia do exercício, gestão da fadiga, promoção de atividade física segura e preservação da autonomia.
  • Saúde óssea, metabólica e nutricional, particularmente relevante em pessoas sob hormonoterapia prolongada ou tratamentos sistémicos.
  • Apoio emocional e reintegração na vida quotidiana, incluindo apoio psicológico, adaptação pessoal, familiar, social e profissional.

O objetivo é apoiar a recuperação de funcionalidade, continência, autonomia, confiança, saúde sexual e qualidade de vida.

Acompanhamento próximo

Nos tumores urológicos, o Patient Navigator pode apoiar a articulação entre consulta de Urologia, exames, biópsias, cistoscopia, decisão interdisciplinar, cirurgia, radioterapia, tratamentos sistémicos, reabilitação e seguimento.

Funciona como ponto de contacto próximo entre a pessoa, a família, a equipa clínica e os serviços envolvidos, ajudando a orientar etapas, esclarecer dúvidas ou encaminhá-las para a equipa adequada.

A telemonitorização durante os tratamentos sistémicos pode complementar o seguimento presencial, ajudando a acompanhar sintomas urinários, dor, fadiga, efeitos secundários de hormonoterapia, imunoterapia, terapêuticas alvo ou outros tratamentos prolongados.

Presença nas Unidades Lusíadas

O acompanhamento dos tumores urológicos está disponível em diferentes unidades Lusíadas integradas no modelo Oncology Total Care, com articulação clínica entre equipas sempre que necessário.

Perguntas Frequentes

O que é cirurgia robótica em Urologia?

É uma abordagem cirúrgica minimamente invasiva realizada com apoio de plataforma robótica. Em procedimentos selecionados, pode permitir maior precisão técnica, melhor visualização anatómica e recuperação funcional mais favorável.

O que é RM multiparamétrica da próstata?

É uma ressonância magnética especializada da próstata. Ajuda a identificar áreas suspeitas, orientar biópsias dirigidas, avaliar extensão local da doença e apoiar decisões como vigilância ativa, cirurgia ou radioterapia.

O que é PET-PSMA?

É um exame de imagem usado sobretudo no cancro da próstata. Permite detetar doença com maior precisão em alguns contextos, como estadiamento de maior risco, recidiva bioquímica ou doença avançada.

O que é vigilância ativa no cancro da próstata?

É uma estratégia para alguns cancros da próstata de baixo risco. Em vez de tratamento imediato, é feito acompanhamento rigoroso com consultas, PSA, imagem e biópsias quando necessário, iniciando tratamento se houver sinais de progressão.

Quando pode ser necessária hormonoterapia?

A hormonoterapia é usada sobretudo no cancro da próstata. Pode ser indicada em associação com radioterapia, em doença avançada ou em fases específicas da evolução, dependendo do risco, estádio, sintomas e tratamentos prévios.

O que são novos agentes hormonais?

São medicamentos que bloqueiam de forma mais intensa a estimulação hormonal do cancro da próstata. Podem ser usados em alguns contextos de doença avançada, de acordo com o estádio, tratamentos prévios e objetivos terapêuticos.

O que são radiofármacos no cancro da próstata?

São tratamentos que transportam radiação de forma dirigida para células ou áreas da doença. Podem ser considerados em situações selecionadas de cancro da próstata avançado, de acordo com critérios clínicos e de imagem.

Quando pode ser considerada preservação da bexiga?

Em alguns casos selecionados de cancro da bexiga, pode ser discutida uma estratégia de preservação vesical, combinando resseção endoscópica, radioterapia e tratamentos sistémicos. A decisão depende da extensão, risco e características da doença.

O que esperar após cirurgia da próstata?

A recuperação varia de pessoa para pessoa. Podem ocorrer alterações temporárias ou persistentes da continência urinária, função sexual, fadiga ou desconforto local. A reabilitação e o seguimento ajudam a recuperar função e autonomia.

Porque pode ser importante preservar função renal?

Em tumores do rim ou da via urinária, preservar função renal pode ser importante para a saúde global e para a tolerância a tratamentos futuros. Sempre que clinicamente seguro, a equipa considera estratégias que preservem rim e função renal.

Porque pode ser importante a preservação de fertilidade?

Alguns tumores urológicos, como o cancro do testículo, surgem em pessoas jovens e os tratamentos podem afetar a fertilidade. Sempre que possível, esta questão deve ser discutida antes do início de tratamentos potencialmente gonadotóxicos.

Porque pode ser necessária reabilitação urinária e do pavimento pélvico?

A reabilitação pode ajudar na recuperação da continência, adaptação a alterações urinárias e reforço funcional após cirurgia, radioterapia ou outros tratamentos urológicos.

Os tratamentos podem afetar a saúde sexual?

Sim. Cirurgia, radioterapia, hormonoterapia ou tratamentos sistémicos podem afetar função sexual, desejo, imagem corporal, fertilidade ou intimidade. Estes temas devem ser abordados com a equipa, sem constrangimento.

Como é feito o seguimento depois dos tratamentos?

O seguimento depende do tipo de tumor, estádio, tratamentos realizados e risco de recidiva. Pode incluir consultas, exames laboratoriais, imagem, vigilância de sintomas, reabilitação e acompanhamento de efeitos tardios.

Uma abordagem especializada ao longo de todo o percurso