09 Outubro 2026

Lusíadas Saúde assinala Dia Mundial da Saúde Mental com instalação artística que dá forma aos “sinais que não se veem”

Instalação reúne cinco objetos do quotidiano, reinterpretados por cinco artistas portugueses, para dar visibilidade a sinais de mal-estar que podem passar despercebidos.

A Lusíadas Saúde assinala o Dia Mundial da Saúde Mental, a 10 de outubro, com a instalação artística “Sinais Invisíveis”, uma iniciativa que materializa, através da reinterpretação de cinco objetos do quotidiano, os sinais de mal-estar mental que podem passar despercebidos no dia a dia.

Em linha com o tema do Dia Mundial da Saúde Mental de 2026, “Lived Experiences Heard: Real Voices, Real Change”, a iniciativa parte de experiências do quotidiano para dar visibilidade a sinais que nem sempre são reconhecidos ou valorizados. Através da interseção entre quotidiano, arte e saúde mental, a instalação procura concretizar a ideia de que “Há sinais que não devemos ignorar”, claim da campanha de saúde mental da Lusíadas Saúde.

Este projeto reúne cinco objetos do quotidiano (uma almofada, um telemóvel, um computador portátil, uma garrafa e um espelho) reinterpretados por cinco artistas portugueses: Edis One, Sofia Alves, Pariz One, Ojê (Tomás Pires) e OBSERV. Cada objeto parte de uma “voz real”, associada a uma experiência de mal-estar, e é acompanhado por uma tradução clínica, que ajuda a compreender o que pode estar por detrás de comportamentos aparentemente comuns e por que razão determinados sinais não devem ser ignorados.

Entre as experiências representadas estão frases como “Dormia 10 horas e acordava exausta”, “Passava horas a fazer scroll nos meus tempos livres”, “Tinha dezenas de emails por abrir, não conseguia responder a ninguém”, “Bebia um copo socialmente, depois comecei a beber sozinho” e “Toda a gente dizia que eu parecia ótima”. Cada uma destas “vozes” está associada a uma interpretação clínica que ajuda a compreender o que pode estar por detrás destes comportamentos e experiências.

A instalação terá como ponto de partida o Hospital Lusíadas Alfragide, estando posteriormente prevista a sua passagem por outras unidades do Grupo Lusíadas.

Através desta iniciativa artística, a Lusíadas Saúde pretende dar visibilidade a sinais que nem sempre são evidentes, mostrando como alterações de comportamento, o isolamento, a ansiedade, a exaustão ou mudanças nos padrões de sono e consumo podem constituir sinais a que se deve estar atento.

“A saúde mental exige a mesma atenção que dedicamos à saúde física. Reconhecer os sinais, falar sobre o que estamos a sentir e procurar ajuda é essencial para cuidarmos de nós e dos outros. Com esta iniciativa, queremos contribuir para uma maior consciência sobre sinais que muitas vezes passam despercebidos e reforçar uma cultura de prevenção, em que cuidar significa também estar atento e agir atempadamente.”, afirma Dra. Eduarda Reis, Chief Medical Officer do Grupo Lusíadas Saúde.

Cada objeto terá associado um QR code, que permitirá aceder diretamente à plataforma “Sinais de alerta”, com informação sobre os sinais a que se deve estar atento e orientação sobre quando procurar ajuda. Desta forma, a experiência artística estabelece uma ligação direta com informação de saúde, permitindo passar do objeto ao sinal e do sinal à história real, numa experiência que combina sensibilização e literacia em saúde mental.

Com esta iniciativa, a Lusíadas Saúde reforça, no âmbito do Mês da Saúde Mental, uma abordagem centrada na prevenção, no reconhecimento dos sinais e na procura atempada de ajuda, em linha com a sua visão de uma Medicina 3.0, mais preventiva, personalizada e contínua, que procura antecipar necessidades e acompanhar cada pessoa ao longo do seu percurso de saúde.