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Vitamina A na gravidez o que saber antes de tomar suplementos
A vitamina A contribui para o desenvolvimento dos tecidos do bebe, para a visão e para a maturação do sistema imunitário. Estudos têm sugerido que níveis muito baixos, em contextos de défice grave, podem interferir com o desenvolvimento de estruturas importantes do sistema imunitário. No entanto, em Portugal, a deficiência grave é pouco frequente. Na gravidez, o equilíbrio é essencial, porque tanto a falta como o excesso podem ser prejudiciais.
Alimentos ricos em vitamina A:
- Fontes vegetais (beta-caroteno, fonte segura)
- Dióspiro, manga, papaia, melão, meloa, abóbora, cenoura, batata-doce, espinafres, brócolos, grelos e couves.
- Fontes animais (na forma de retinol)
- Gema de ovo, natas, queijo e leite
- Visceras (muito ricas em retinol)
- Fígado e rim são fontes muito concentradas e, por isso, não devem ser consumidos durante a gravidez, especiamente no primeiro trimestre.
Quando existe carência, os sintomas mais típicos incluem:
- Cegueira noturna e secura ocular
- Maior suscetibilidade a infeções
- Alterações cutâneas
Suplementação quando faz sentido?
De forma geral, não é recomendada suplementação de vitamina A por rotina na gravidez. Pode ser considerada em situações de maior risco de défice, como:
- Gravidez após cirurgia bariátrica (sobretudo com malabsorção)
- Outras condições associadas a má absorção de gorduras
Nestes casos, a suplementação deve ser orientada por um profissional de saúde e com atenção à forma de vitamina A no suplemento (evitando fonte de retinol e produtos com óleo de fígado de bacalhau).
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Revisão Científica
PT