Procriação Medicamente Assistida

Área dedicada à utilização de técnicas científicas para auxiliar a reprodução humana.

 

​A Equipa do Centro de Procriação Medicamente Assistida (PMA) do Hospital Lusíadas Lisboa disponibiliza a sua larga experiência nesta área, para que cada vez mais casais consigam alcançar uma gravidez. Encontra-se organizado de forma a permitir o estudo completo do casal, a realização das terapêuticas médicas e cirúrgicas necessárias e os tratamentos de PMA indicados.

Dr. António Neves, Coordenador do Centro ​de PMA

Dr. António Neves

Coordenador do Centro de Procriação Medicamente Assistida

Principais áreas de interesse:

Medicina da Reprodução

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Dra. Ana Paula Maia

Principais áreas de interesse:

Medicina da Reprodução, Ginecologia Geral, Obstetrícia, Cirurgia Laparoscópica/ Histeroscópica/ Microcirurgia Tubária.

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Dra. Daniela Sobral

Principais áreas de interesse:

Medicina da Reprodução, Cirurgia laparoscópica / histeroscópica, Ginecologia Infantil e Adolescentes.

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Dr. Luís Vicente

Principais áreas de interesse:

Infertilidade, Endometriose, Cirurgia minimamente invasiva, Trombofilias e gravidez.

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​Os problemas de fertilidade afetam, durante a vida reprodutiva, um em cada seis casais no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a prevalência da infertilidade com duração de pelo menos 12 meses está estimada em 9% nas mulheres com idade entre os 20 e os 44 anos. A Medicina da Reprodução, apoiada nos mais recentes avanços da ciência e tecnologia, proporciona atualmente um conjunto de respostas, possibilitando aos casais a realização do desejo de serem pais.

A Equipa do Centro de Procriação Medicamente Assistida (PMA) do Hospital Lusíadas Lisboa disponibiliza a sua larga experiência nesta área, para que cada vez mais casais consigam alcançar uma gravidez. Encontra-se organizada de forma a permitir o estudo completo do casal, a realização das terapêuticas médicas e cirúrgicas necessárias e os tratamentos de PMA indicados.

Quando um casal, referenciado por outro médico ou por sua iniciativa, procura o Centro de PMA, é efetuada uma avaliação clínica de ambos e de imediato se propõe a realização de tratamentos adequados.

Dispondo de condições laboratoriais que favorecem o sucesso dos tratamentos mais avançados nesta área, a integração do Centro de PMA no Hospital Lusíadas Lisboa permite que todo o processo seja efetuado no mesmo local, privilegiando a comodidade do casal, mesmo quando é necessário recorrer ao apoio de outras especialidades.

A certificação do Sistema de Gestão da Qualidade segundo a norma ISO 9001, para os tratamentos de Procriação Medicamente Assistida, reforça a excelência nos serviços prestados.

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​As taxas de sucesso nas técnicas de PMA variam muito consoante a idade da mulher e as causas de infertilidade.

No Centro de Procriação Medicamente Assistida cerca de 30% dos casais consegue uma gravidez através de Fertilização in vitro. A taxa de sucesso é semelhante à taxa apresentada pela Sociedade Europeia de Medicina da Reprodução.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a infertilidade é uma doença do sistema reprodutivo, definida pela falha na obtenção de uma gravidez clínica depois de 12 meses ou mais de relações sexuais regulares e desprotegidas.

Quando um casal pretende ter um filho ou aumentar a sua família, as causas e dificuldades podem ser complexas, pelo que deve ser efetuada a avaliação clínica do casal. A sua resolução pode originar intervenções médicas mais ou menos complexas, na tentativa de ajudar o casal a cumprir o seu objetivo de ter uma gravidez e consequentemente um nascimento de uma criança saudável.

As causas de infertilidade, segundo a Sociedade Europeia de Medicina da Reprodução, devem-se: 20-30% a causas fisiológicas do homem, 20-35% a causas fisiológicas da mulher e 25-40% a causas em ambos os parceiros. Em cerca de 10-20% não se encontra qualquer causa.

A infertilidade pode estar associada ao estilo de vida, aos hábitos tabágicos, peso corporal e stress. A idade avançada da mulher é outra das explicações para este fenómeno.

O casal tem ao seu dispor durante a avaliação, tratamento e pós-tratamento o acompanhamento pela Unidade de Psicologia do Hospital Lusíadas Lisboa de forma a lidar com as várias etapas inerentes à complexidade do processo.

​Histerossalpingografia

A Histerossalpingografia consiste na introdução de um contraste através do colo do útero durante o qual serão obtidas algumas imagens com raios X. Este exame permite a avaliação da cavidade uterina, das trompas e da dispersão do contraste na pelve. Este exame também permite a deteção de malformações uterinas congénitas.

Histeroscospia

A Histeroscopia é um exame em que se observa a cavidade uterina com uma sonda associada a uma câmara que permite a visualização de eventuais patologias.

Espermograma

O espermograma é efetuado pelo Laboratório do Centro de PMA e permite avaliar a qualidade do esperma relativamente aos parâmetros: concentração, mobilidade e morfologia dos espermatozóides, e outros que possam ser necessários (vitalidade, presença de anticorpos, entre outros).

​Indução da ovulação

Tratamento farmacológico da mulher anovulatória ou com disovulação com o objetivo de induzir ciclos ovulatórios normais.

Existem outras patologias associadas à infertilidade que podem ser resolvidas através de tratamentos médicos.

​​Tratamentos cirúrgicos podem ser aconselhados e efetuados de forma a resolver a infertilidade ou a melhorar as condições para o sucesso do tratamento através de PMA. As situações mais frequentes são: fibromiomas, pólipos, quistos, endometriose, malformações e laqueação prévia das trompas.

Inseminação intra-uterina

A inseminação intra-uterina consiste na indução da ovulação associada à introdução no útero do esperma previamente preparado/capacitado no laboratório.

Fertilização in vitro

A Fertilização in vitro é um procedimento que envolve a fertilização dos gâmetas masculino e feminino no laboratório. Esta pode ser efetuada através da junção em meio de cultura com espermatozóides com os complexos cúmulos-oócito, fertilização in vitro convencional, ou, através da Microinjeção intracitoplasmática de espermatozóides, procedimento no qual um único espermatozóide é injetado no citoplasma do oócito. Os embriões obtidos são posteriormente transferidos para a cavidade uterina.

Criopreservação de embriões

Quando existem embriões excedentários resultantes do ciclo de Fertilização in vitro ou por alguma razão não é possível transferir no decorrer do ciclo, estes podem ser criopreservados.

Recolha cirúrgica de Espermatozóides

Quando há total ausência de espermatozóides no ejaculado é possível retirá-los do tecido testicular através de cirurgia. Os espermatozóides são utilizados a fresco num processo de Fertilização in vitro através de microinjeção intracitoplasmática de espermatozóides e/ou criopreservados para uso posterior.

Os homens podem criopreservar o seu esperma em casos de doença oncológica ou outra que possa comprometer o seu potencial reprodutivo.

A endometriose é uma doença benigna que afeta dez por cento das mulheres em idade reprodutiva e caracteriza-se pelo crescimento de tecido endometrial fora do seu local habitual, que é a cavidade uterina. Sempre que ocorre a menstruação existe sangramento nessas zonas, o que provoca uma reação inflamatória crónica que produz aderência nos órgãos e o crescimento de tumores que, apesar de benignos, provocam dor e, em muitos casos, infertilidade.

A gravidade dos sintomas da endometriose pode variar de mulher para mulher, no entanto, os mais comuns envolvem dor de intensidade progressiva e incapacitante durante a menstruação e ato sexual, bem como perdas de sangue anormais.

A infertilidade é considerada uma das principais consequências da endometriose, uma doença que afeta uma em cada dez mulheres e que está associada a uma limitação da qualidade de vida.

De acordo com os especialistas, o diagnóstico precoce da patologia é a única forma de evitar que a endometriose influencie a capacidade da mulher engravidar.

A infertilidade surge em cerca de 30% das mulheres com endometriose, como resultado da alteração da função tubária, diminuição da recetividade do endométrio, comprometimento do desenvolvimento dos ovócitos e embrião ou distorção da anatomia pélvica.

O diagnóstico precoce é muito importante para o sucesso do tratamento da endometriose, que exige uma avaliação médica detalhada e a realização de exames complementares. No entanto, o diagnóstico definitivo envolve uma investigação cirúrgica através de laparoscopia. Quanto mais rápido se obtiver o diagnóstico da doença, mais eficaz será o tratamento e menor será a probabilidade de consequências graves.

Centro Especializado em Endometriose do Hospital Lusíadas Lisboa

Compreendendo esta complexidade, o Hospital Lusíadas Lisboa criou um Centro Especializado em Endometriose, dotado de uma equipa multidisciplinar, onde profissionais vocacionados para todas as vertentes desta doença estão reunidos para diagnosticar e tratar a endometriose num mesmo Centro, numa lógica integrada.

O tratamento da patologia exige a envolvência de uma equipa multidisciplinar, aliada às técnicas de imagem avançadas do Hospital Lusíadas Lisboa, e pode implicar o recurso a técnicas de procriação medicamente assistida ou de técnicas eficazes no controlo da dor.

Na maioria dos casos, é utilizada a cirurgia minimamente invasiva como forma de tratamento da doença, sobretudo em mulheres que associam dor e infertilidade.

Consulte aqui a informação detalhada sobre os exames desta expecialidade.
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