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Glaucoma: o que é e como tratar

O glaucoma é uma doença dos olhos que pode levar à cegueira. Por isso, Nuno Gomes, coordenador da Unidade de Oftalmologia do Hospital Lusíadas Porto, alerta para a importância do diagnóstico precoce.

Glaucoma é o nome dado a um conjunto de doenças que afetam o nervo ótico normalmente de forma crónica, podendo conduzir à perda progressiva da visão se não for detetado de forma precoce e tratado de forma conveniente. A definição é da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, que acrescenta ainda que, por norma, uma pessoa tem glaucoma quando apresenta alterações na estrutura do nervo ótico ou perturbações da sua função avaliada no exame do campo visual. Neste momento, o glaucoma é a principal causa de cegueira evitável e afeta atualmente 80 milhões de pessoas a nível mundial. Nuno Gomes, coordenador da Unidade de Oftalmologia do Hospital Lusíadas Porto, explica como pode identificar a doença e a importância do diagnóstico precoce.

 

Sintomas de glaucoma

O glaucoma pode ser assintomático, razão pela qual é necessário ir fazendo check-ups com especialistas. “Como esta doença muitas vezes não tem sintomas, as pessoas acabam por adiar a visita ao especialista, dificultando o diagnóstico precoce do glaucoma, um processo que pode ser fundamental para o controlar e evitar que o mesmo progrida”, alerta Nuno Gomes, coordenador da Unidade de Oftalmologia do Hospital Lusíadas Porto. No entanto, há sintomas do glaucoma que se manifestam quando a doença está numa fase mais avançada: - Fortes dores de cabeça; - Náuseas; - Vómitos; - Olho vermelho; - Dores oculares muito intensas. Saiba mais Cirurgia de catarata no Hospital Lusíadas Porto

 

Fatores de risco

Há alguns fatores que contribuem para o aparecimento do glaucoma. Tais como:

  • Idade:

Ter mais de 40 anos;

  • Hereditariedade:

Ter alguém na família com a doença;

  • Medicação:

Tomar medicamentos corticosteroides;

  • Doenças:

Ter outras doenças como a diabetes.

Tratamento

Quando o diagnóstico é feito de forma atempada, o tratamento é mais eficaz e menos agressivo. Podem ser aplicados tratamentos tópicos (colírios) para controlar a pressão intraocular, mas o tratamento a laser ou a cirurgia poderão ser igualmente utilizados quando o tratamento médico é ineficaz ou mal tolerado pelo doente.

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Doenças dos Olhos

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Especialidades em foco neste artigo

Revisão Científica

Dr. Nuno Gomes

Coordenador da Unidade de Oftalmologia

Oftalmologia
Hospital Lusíadas Porto, Hospital Lusíadas Braga
PT