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Os vários tipos de dor

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Dor: o 5º sinal vital

A dor pode ser um sinal de alerta e ter um papel fundamental na proteção do organismo, mas também ser ela própria uma doença. José Caseiro, coordenador da Unidade de Tratamento da Dor do Hospital Lusíadas Lisboa, aponta as diferenças e explica como a medicina considera este sintoma um sinal vital e valoriza o tratamento da dor crónica.

Como lidar com a dor crónica?

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Formas de lidar com a dor crónica

O melhor conselho que se pode dar a quem sofre de dor crónica é que procure ajuda médica, defende José Caseiro, coordenador da Unidade da Dor do Hospital Lusíadas Lisboa. A dor crónica é uma doença em si mesma, como tal, é necessário definir o tratamento adequado a cada pessoa, em função dos seus sintomas, melhorando a sua qualidade de vida.

O que é a enxaqueca e os seus tratamentos?

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Enxaqueca: o que é e como tratar

Não se conhecem as causas exatas da enxaqueca, mas o seu impacto na vida das pessoas pode ser dramático. Neste artigo, Hipólito N'Zwalo, neurologista do Hospital Lusíadas Albufeira, explica como identificar esta doença e os seus tratamentos.

A lombalgia é a dor mais comum em Portugal e das que mais dias tira ao trabalho.

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Lombalgia: a dor mais comum em Portugal

A lombalgia é a principal causa de dor em Portugal e, quando crónica, tem um impacto avassalador na qualidade de vida das pessoas. Existem tratamentos e comportamentos que ajudam a contornar o problema, mas para o Coordenador da Unidade de Tratamento da Dor do Hospital Lusíadas Lisboa, José Caseiro, a melhor solução passa sempre pela prevenção.

A artrite reumatóide é uma doença autoimune, sem causas específicas conhecidas.

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O que é a artrite reumatoide

A artrite reumatoide é a doença reumática mais comum. Conheça quais os sintomas da artrite, causas e diagnóstico.

Dor aguda é aquela que se manifesta como sintoma de uma doença. É um alerta do organismo para algo que não está bem.

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Vencer a dor

A dor pode ser um sintoma de uma doença e a sua duração tende a ser limitada. Mas nem sempre é assim. Pode tornar-se crónica e deixar de ser um sintoma passando a ser, ela própria, uma doença.