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Oncologia Médica | Informação importante

Plano de Mitigação
Atualização: 04/04/2020

 

A partir de segunda-feira, dia 6 de abril, a Unidade de Oncologia Médica 
passará a funcionar em exclusivo no Edifício 2 do Hospital.

 

Esta mudança temporária tem como objetivo reforçar as medidas de segurança que têm vindo a ser adotadas no sentido de proteger os doentes oncológicos em tratamento ativo, num espaço devidamente isolado e controlado:

 • Os doentes oncológicos que necessitem de cuidados no Hospital Lusíadas Lisboa ficarão separados dos restantes clientes, minimizando o risco de contágio;

 • Todas as pessoas que iniciam tratamento de quimioterapia, assim como antes da administração de cada ciclo de tratamento, serão submetidas ao teste laboratório SARS-COV-2, por forma a garantir a continuidade da segurança no espaço.

 

Estas medidas visam aumentar a segurança dos nossos Clientes e cumprir com as mais recentes normas orientadoras da Direção-Geral da Saúde. Leia, por favor, a informação em baixo.

 

Oncologia Médica | Informação importante

​Na Unidade de Oncologia, a sua saúde, assim como a saúde dos nossos profissionais, é uma prioridade. Neste momento da pandemia COVID-19, todos os esforços estão a ser feitos para garantir o normal funcionamento do serviço.

A Unidade de Oncologia do Hospital Lusíadas Lisboa mantém-se aberta e continuamos, como sempre, a cuidar dos nossos doentes e a garantir a sua segurança.

No entanto, serão tomadas medidas restritivas de acesso à Unidade de Oncologia do Hospital Lusíadas Lisboa, pois esta será reservada prioritariamente para doentes com tratamentos de quimioterapia e imunoterapia ativos e urgências oncológicas não infecciosas.

Algumas das consultas planeadas poderão ser efetivadas por via telefónica ou mesmo videoconferência, sempre que tal não corresponda a qualquer risco para o doente.

Sabemos que estas alterações poderão provocar ansiedade, mas pedimos a vossa compreensão e prometemos voltar à normalidade, assim que a situação pandémica estabilizar. Vamos realizar contactos frequentes com os nossos doentes para minimizar os impactos destas medidas.

As informações prestadas a seguir poderão ser atualizadas, à medida que fomos recebendo mais informação e sempre com o objectivo de adequar a nossa resposta a esta pandemia.

 

1 - Quem está em maior risco de doença grave por COVID-19?

As pessoas que correm maior risco de doença grave por COVID-19 são os idosos e pessoas com doenças crónicas (ex.: doenças cardíacas, diabetes e doenças pulmonares). Os doentes portadores de doenças oncológicas com doença ativa, que são doenças crónicas e que diminuem a capacidade de resposta do sistema imune, também parecem ter maior risco de complicações, mas tal já acontece com outras infeções.

A capacidade deste vírus de infetar o Homem é muito recente, razão pela qual não se sabe ao certo se os doentes oncológicos estão mais propensos a desenvolverem a infeção do que a população em geral. Por outro lado, o risco é diferente se tem doença ativa ou está em tratamento de quimioterapia ou imunoterapia ou se está só em vigilância sem doença ativa.

 2 - Estou em seguimento mas sem doença ativa, sob terapêutica hormonal ou sem terapêutica. Tenho risco aumentado? O que devo fazer?

Os doentes em seguimento, sem doença ativa, sob terapêuticas hormonais (por exemplo: letrozol, anastrozol, tamoxifeno, exemestano, bicalutamida, goserrelina, leuprorrelina...) ou sem tratamento, apresentam um risco de complicações semelhantes à população geral, em caso de infeção.

As medidas diárias a tomar são as recomendadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS):

- Medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e a boca quando espirrar ou tossir, com um lenço de papel descartável ou com o antebraço, nunca com as mãos e deitar sempre o lenço de papel no lixo;

- Lavar as mãos frequentemente: deve lavá-las sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com outras pessoas. Deve lavá-las durante 20 segundos (o tempo que demora a cantar a música dos “Parabéns”) com água e sabão ou com solução à base de álcool a 70%;

- Limitar o contacto próximo com pessoas;

- Afastar-se de pessoas doentes nomeadamente com infeção respiratória;

- Evitar tocar na cara com as mãos;

- Evitar partilhar objetos pessoais ou comida em que tenha tocado.

Para mais informações consultar: https://covid19.min-saude.pt

Se não tiver sintomas ou nenhum membro da sua família ou cuidador tiver sintomas não necessita usar máscara de proteção. O uso de máscara de forma incorreta pode aumentar o risco de infeção, por estar mal colocada ou devido ao contacto das mãos com a cara. A máscara contribui também para uma falsa sensação de segurança.

Se tiver sintomas, a utilização de máscara de proteção está indicada pois previne que vírus respiratórios e bactérias se espalhem para outras pessoas.

Se utilizar máscara de proteção deve ter atenção ao modo correto de colocação e remoção. Além disso, se usar máscara deve estar consciente de que a máscara não o protege completamente, devendo manter a distância suficiente a outras pessoas, não tocar na face externa da máscara e lavar imediatamente as mãos aquando da sua remoção. A máscara não deve ser reutilizada.

 

3 - Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia, como proceder?

a) Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia: o meu tratamento vai continuar?

Sim, desde que seja decidido pelo seu médico assistente que tem vantagem em continuar o tratamento e sempre após conversa consigo.

b) Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia: tenho maior risco de infeção?

Os doentes portadores de doenças oncológicas a fazer tratamentos ativos de quimioterapia e imunoterapia apresentam uma diminuição da capacidade de resposta do sistema imune e parecem ter maior risco de complicações, mas tal já acontece com outras infeções.

c) Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia: o que devo fazer para proteger-me e para proteger os outros?

As medidas diárias a tomar são as recomendadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e já referidas:

- Medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e a boca quando espirrar ou tossir, com um lenço de papel descartável ou com o antebraço, nunca com as mãos e deitar sempre o lenço de papel no lixo;

- Lavar as mãos frequentemente: deve lavá-las sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com outras pessoas. Deve lavá-las durante 20 segundos (o tempo que demora a cantar a música dos “Parabéns”) com água e sabão ou com solução à base de álcool a 70%;

- Limitar ao máximo o contacto próximo com pessoas;

- Afastar-se de pessoas doentes nomeadamente com infeção respiratória;

- Evitar tocar na cara com as mãos;

- Não partilhar objetos pessoais ou comida em que tenha tocado.

Para mais informações consultar: https://covid19.min-saude.pt

 d) Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia: devo usar uma máscara de proteção?

Para alguns doentes oncológicos em tratamento ativo e imunossupressor, o uso de máscara pode ser importante para proteção também contra outros agentes infeciosos, nomeadamente bactérias, pelo que os elementos da sua equipa médica podem recomendar o seu uso.

Se tiver sintomas, a utilização de máscara de proteção previne que vírus respiratórios e bactérias se espalhem para outras pessoas.

Se for aconselhado a utilização de máscara de proteção deve ser efetuado o ensino sobre o modo correto de colocação e remoção. Se usar máscara deve estar consciente de que a máscara não o protege completamente, devendo manter a distância suficiente a outras pessoas, não tocar na face externa da máscara e lavar imediatamente as mãos aquando da sua remoção. A máscara não deve ser reutilizada.

e) Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia: corro risco de apanhar uma infecção no hospital?

A Unidade de Oncologia do Hospital Lusíadas Lisboa tem procedimentos rigorosos de controlo de infeções. Foram tomadas medidas para controlar a actual pandemia. As consultas de seguimento foram drasticamente reduzidas, foi proibida a entrada de pessoas não essenciais ao funcionamento da Unidade, todas as pessoas que entram na Unidade são sujeitas a um inquérito para despiste de sintomas e é medida a temperatura, foi reduzido o número de cadeirões de tratamento e aumentado o espaçamento entre eles e reforçada a higienização de mãos e superfícies.

f) Estou em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia: posso levar um acompanhante para a Unidade de Oncologia?

Nesta fase de contenção da pandemia vamos restringir os acompanhantes quer na sala de espera quer na sala de tratamento. Só será admitido o acompanhante para os casos considerados imprescindíveis, ou de manifesta incapacidade do paciente em estar sozinho.

 

 4 - O que devo fazer se tiver sintomas de infeção respiratória?

- Febre (temperatura superior a 38ºC);

- Tosse (persistente ou agravamento da tosse habitual);

- Dificuldade respiratória (Falta de ar);

a) Se estiver em seguimento mas sem doença ativa, sob terapêutica hormonal ou sem terapêutica:

Deve contactar a DGS SNS24 (808 24 24 24) e avisar a Unidade de Oncologia do Hospital  Lusíadas Lisboa, por email (hdm.oncologia@lusiadas.pt).

b) Se estiver em tratamento ativo de quimioterapia ou imunoterapia

Deve contactar a DGS SNS24 (808 24 24 24) e avisar a Unidade de Oncologia do Hospital  Lusíadas Lisboa, por contacto telefónico para as “patient navigators” durante o horário de funcionamento e por email (hdm.oncologia@lusiadas.pt). Se tiver febre (temperatura superior a 38ºC) deve dirigir-se ao Atendimento Urgente do Hospital Lusíadas Lisboa.


Se tiver questões clínicas adicionais pode contactar-nos através do email: hdm.oncologia@lusiadas.pt

Se tiver questões administrativas pode contactar-nos através do email: relatórios.oncologia@lusiadas.pt

Estes contactos pretendem complementar e não substituir a linha de contacto da DGS:

SNS24 (808 24 24 24) e o site: https://covid19.min-saude.pt

Fazemos votos para que a nossa Unidade de Oncologia retome o seu normal funcionamento com a maior brevidade possível.

Mais informação disponíveis:

https://covid19.min-saude.pt

https://www.sponcologia.pt/fotos/editor2/publicacoes/informacoes_para_a_populacao_da_spo.pdf